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Wega Nery

OBRAS DO ARTISTA

 

Wega Nery 100166


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Wega NeryWega Nery Gomes Pinto (Corumbá MT 1912 – Guarujá SP 2007)

Pintora, desenhista, poeta e professora.

 

Em 1923, mudou-se com os pais para São Paulo, bairro da Aclimação. Nos anos 1930, publica poemas na revista O Malho (Parnaso Feminino), como “Vera Nunes”.

Ao se preparar para ingressar na Faculdade de Filosofia, no ano de 1937, conheceu Fausto Gomes Pinto, seu professor de inglês com quem se casou um ano depois. O casal viveu por 17 anos no bairro de Santo Amaro, em São Paulo.

De 1943 a 1945, Wega Nery passou mais de um ano hospitalizada, em decorrência de uma série de complicações cirúrgicas. Nesse período, começou a desenhar como forma de distração.

No ano de 1946, aos 34 anos, incentivada pelo marido, matriculou-se na Escola de Belas Artes de São Paulo e passou a ter contato direto com pessoas importantes assim como o crítico Sérgio Milliet (1898-1966).

Na década de 1950, tem aulas com Joaquim da Rocha Ferreira e Yoshiya Takaoka , com quem participa do Grupo Guanabara. Em 1953, freqüenta o Atelier-Abstração, de Samson Flexor, e produz as primeiras pinturas abstratas, de tendência geométrica.

Após o falecimento de seu marido Fausto, em 1955, Wega Nery continuou vivendo no bairro de Santo Amaro que, juntamente à cidade de Corumbá, ao bairro da Aclimação e a alguns pontos do Rio de Janeiro serviram-lhe como territórios imagéticos de referências e lembranças. Tais territórios deram origem a notáveis trabalhos figurativos da pintora, no início dos anos 50. Em 1955, expõe desenhos no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Participa de várias edições da Bienal Internacional de São Paulo, é premiada como melhor desenhista nacional em 1957 e recebe sala especial em 1963, 1973 e 1989.

É conferida a Wega Nery sala especial na 7ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1963, ela opta por mostrar pinturas. Em Paisagem Lunar (1963), Campo de Papoulas (1963) e Paisagem Verde, entre outras, estão presentes as características que permearão todo o trabalho da artista daí em diante: são pinturas gestuais, expressivas, que obedecem tanto a algo ocasional, como a uma composição previamente articulada. Pinceladas vigorosas, que atravessam horizontalmente a tela, são entrecortadas por outras verticais. Muitas vezes entrevêem-se referentes possíveis, como barcos e casas, ou elementos da natureza – um rio, o mar revolto, a lua -; também objetos dos títulos das obras.

Ainda em 1963, leciona desenho e pintura na Sociedade Cívica Feminina de Santos, São Paulo.

No início da década de 70, mudou-se para Guarujá, cidade litorânea de São Paulo, onde construiu uma casa na Praia de Pernambuco, ao lado do companheiro Geraldo Ferraz (1905-1979), crítico de arte e escritor. A casa foi batizada de “Ilha Verde” e era tida como entidade pela pintora. Foi o local onde Wega recebeu amigos para conversar sobre artes, contemplou o mar, gozou de sua vida doméstica e principalmente, produziu grande parte de seus trabalhos.

Essa casa emblemática serviu como um território de inspirações, que resultou em produções oníricas e abstratas da artista.

Levando-se em conta os dizeres do filósofo francês Gaston Bachelard (1884-1962), em seu texto “Poética do espaço”: “[…] a casa é nosso canto do mundo. Ela é como se diz frequentemente, nosso primeiro universo. É um verdadeiro cosmos.” (BACHELARD, 1978, p. 200)

Nesse território imagético, a “Ilha Verde”, Wega encontrava-se no ápice de sua bem sucedida e extensa trajetória artística, que se caracterizou pela transmutação de linguagens pictóricas, entre as fases figurativa e abstrata de sua arte.

Expõe obras em diversos Panorama da Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), a partir do primeiro, em 1969. Em 1975, o crítico de arte Geraldo Ferraz (1905-1979), companheiro da pintora, lança Wega Nery Liberta em Arte: 1954-1974

Em fins da década de 1960 e 1970, os títulos das pinturas passam a sugerir elementos fantásticos, como as chamadas “Paisagens Imaginárias”.

A obra da artista pode ser vista na chave expressionista abstrata, informal ou, ainda, abstrato-lírica – termos importantes para o debate da abstração nos anos 1960, por meio dos quais a crítica opõe artistas de tendência geométrica aos de orientação gestual. No trabalho destes últimos, entendia-se que a expressão efetivava-se por meio do gesto e, por isso, era valorizada a criação individual. No entanto, para Nery, a presença da gestualidade não descarta por completo a existência de um projeto.

Em 1993, a Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp) realiza uma individual da artista e, no ano seguinte, uma retrospectiva é mostrada no Centro Cultural São Paulo (CCSP).

Wega Nery faleceu por falência múltipla dos órgãos, aos 95 anos de idade.

COMENTÁRIO CRÍTICO

Quando é conferida a Wega Nery sala especial na 7ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1963, ela opta por mostrar pinturas. Em Paisagem Lunar (1963), Campo de Papoulas (1963) e Paisagem Verde, entre outras, estão presentes as características que permearão todo o trabalho da artista daí em diante: são pinturas gestuais, expressivas, que obedecem tanto a algo ocasional, como a uma composição previamente articulada. Pinceladas vigorosas, que atravessam horizontalmente a tela, são entrecortadas por outras verticais. Muitas vezes entrevêem-se referentes possíveis, como barcos e casas, ou elementos da natureza – um rio, o mar revolto, a lua -; também objetos dos títulos das obras.

Em fins da década de 1960 e 1970, os títulos das pinturas passam a sugerir elementos fantásticos, como as chamadas “Paisagens Imaginárias”.

A obra da artista pode ser vista na chave expressionista abstrata, informal ou, ainda, abstrato-lírica – termos importantes para o debate da abstração nos anos 1960, por meio dos quais a crítica opõe artistas de tendência geométrica aos de orientação gestual. No trabalho destes últimos, entendia-se que a expressão efetivava-se por meio do gesto e, por isso, era valorizada a criação individual. No entanto, para Nery, a presença da gestualidade não descarta por completo a existência de um projeto.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1955 – São Paulo SP – Wega Nery: desenhos, no Masp
1957 – São Paulo SP – Wega Nery: desenhos, na Petite Galerie
1957 – São Paulo SP – Wega Nery: desenhos, no MAM/SP
1959 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Adorno
1960 – Campinas SP – Individual, na Galeria Aremar
1964 – Rio de Janeiro RJ – Wega Nery: pinturas, na Galeria Bonino
1964 – São Paulo SP – Pinturas de Wega, na Galeria Solarium
1965 – Buenos Aires (Argentina) – Individual, na Galeria Lascaux
1965 – Montevidéu (Uruguai) – Wega Nery: óleos y gouaches, no Centro de Artes y Letras
1965 – Rio de Janeiro RJ – Wega Nery: pinturas e desenhos, no MAM/RJ
1966 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Leopoldina
1966 – Porto Alegre RS – Wega Nery: óleos e guaches, na Galeria Leopoldina
1966 – Santos SP – Individual, no Clube de Arte
1966 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho
1967 – Distrito de Colúmbia (Estados Unidos) – Wega Nery of Brazil Oils, no Pan American Union Gallery
1967 – Nova York (Estados Unidos) – Wega Nery: imaginary landscapes, na Galerie Foussats
1967 – Punta del Este (Uruguai) – Individual, no Hotel Cantegril
1967 – Washington D. C. (Estados Unidos) – Wega Nery of Brazil Oils, na Pan American Union Gallery
1968 – Paris (França) – Wega Paisagens Imaginárias, na Galerie Debret
1968 – Rio de Janeiro RJ – Wega Nery: pinturas, na Galeria Bonino
1969 – Campo Grande MS – Individual
1969 – Corumbá MS – Individual
1969 – Cuiabá MT – Individual
1969 – Munique (Alemanha) – Wega Nery: brasilien abstrakte gemälde, na Galeria Schumacher
1970 – Estados Unidos – Individual, na sala de exposições da embaixada do Brasil
1970 – Londres (Inglaterra) – Wega Nery: imaginary landscapes, na Embaixada do Brasil na Inglaterra
1970 – Santos SP – Individual, no Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1970 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho
1970 – Washington D.C. (Estados Unidos) – Wega Nery: imaginary landscapes, Embaixada do Brasil
1971 – Campinas SP – Paisagens Imaginárias de Wega Nery, na Galeria Girassol
1971 – Guarujá SP – Wega Paisagens Imaginárias, no Clube Samambaia
1971 – Londres (Inglaterra) – Individual, na Drian Gallery
1971 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1971 – Rio de Janeiro RJ – Wega Nery: pinturas, na Galeria Bonino
1972 – São Paulo SP – Wega Paisagens Imaginárias, na Documenta Galeria de Arte
1973 – Brasília DF – Wega: 20 paisagens imaginárias, na Galeria Mainline Hotel Nacional
1975 – São Paulo SP – Wega Nery: 30 paisagens imaginárias, na Documenta Galeria de Arte
1976 – Brasília DF – Wega Nery: 30 paisagens imaginárias, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1978 – São Paulo SP – Wega Nery: desenhos e pinturas, na Documenta Galeria de Arte
1979 – Brasília DF – Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1981 – Santos SP – Individual, na Galeria do Banco do Brasil
1983 – Santos SP – Individual, no Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1985 – São Paulo SP – Wega Nery: passagens e paisagens, no Masp
1986 – São Paulo SP – Wega Nery: pinturas, no Subdistrito Comercial de Arte
1989 – Campo Grande MS  – Individual
1989 – São Paulo SP  – Wega Nery: pinturas, no Escritório de Arte São Paulo
1989 – São Paulo SP – Wega Nery: pinturas, na Galeria de Arte São Paulo
1993 – Brasília DF – A Ilha Verde de Wega, na MAB/DF
1993 – São Paulo SP – Individual, na Pinacoteca do Estado
1994 – São Paulo SP – 20 Obras do Trajeto Abstrato de Wega Nery, no MAC/USP
1994 – São Paulo SP – Individual, no CCSP
2005 – Brasília DF – Individual, no MAB/DF

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1947 – Rio de Janeiro RJ – 53º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

1948 – Rio de Janeiro RJ – 54º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

1949 – Rio de Janeiro RJ – 55º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

1949 – São Paulo SP – 15º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia

1950 – Rio de Janeiro RJ – 56º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – medalha de bronze

1950 – São Paulo SP – 1ª Exposição do Grupo Guanabara, na Galeria Domus

1951 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1951 – São Paulo SP – 2º Exposição do Grupo Guanabara, no IAB/SP

1951 – São Paulo SP – 16º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia

1952 – São Paulo SP – 17º Salão Paulista de Belas Artes,no Salões do Trianon (Av. Paulista)

1952 – São Paulo SP – Coletiva, no IAB/SP

1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados

1953 – São Paulo SP – 3ª Exposição do Grupo Guanabara, na Galeria Fukushima

1953 – São Paulo SP – Coletiva, no IAB/SP

1954 – São Paulo SP – 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1955 – Rio de Janeiro RJ – 4º Salão Nacional de Arte Moderna

1957 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Arte Moderna

1957 – São Paulo SP – 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho – prêmio de melhor desenhista nacional

1958 – São Paulo SP – 4ª Exposição do Grupo Guanabara, na Associação Cristã de Moços

1958 – São Paulo SP – 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de prata

1958 – São Paulo SP – Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Arte das Folhas

1959 – Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ

1959 – São Paulo SP – 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1959 – São Paulo SP – 5ª Exposição do Grupo Guanabara, na Associação Cristã de Moços

1960 – São Paulo SP – Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP

1961 – São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1961 – São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1963 – São Paulo SP – 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – Sala Especial – prêmio aquisição Caixa Econômica Federal

1964 – Belo Horizonte MG – 19º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte , no Museu de Arte da Pampulha – prêmio aquisição

1964 – Córdoba (Argentina) – 2ª Bienal Americana de Arte – prêmio aquisição Amistad Artística

1964 – Rio de Janeiro RJ – 13º Salão Nacional de Arte Moderna

1965 – São Paulo SP – 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1966 – São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap

1967 – Nova York (Estados Unidos) – International Art Festival, no The New York Hilton Gallery at Rockfeller Center

1967 – São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1969 – São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1970 – São Paulo SP – 2° Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1970 – São Paulo SP – Pinacoteca do Estado de São Paulo 1970, na Pinacoteca do Estado

1971 – São Paulo SP – 11ª Bienal Internacional de São Paulo – Sala Especial, na Fundação Bienal

1971 – São Paulo SP – 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1973 – São Paulo SP – 12ª Bienal Internacional de São Paulo – Sala Especial, na Fundação Bienal

1973 – São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira , no MAM/SP

1975 – São Paulo SP – 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1976 – São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1978 – São Paulo SP – As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall

1979 – São Paulo SP – 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1980 – São Paulo SP – 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

1985 – São Paulo SP – 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1986 – São Paulo SP – 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1986 – São Paulo SP – Antes e Agora: 8 pintores, na Fundação Cásper Líbero

1986 – São Paulo SP – Takaoka e Seus Discípulos, no Masp

1987 – São Paulo SP – As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP

1989 – São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo – Sala Especial, na Fundação Bienal

1989 – São Paulo SP – Acervo Galeria São Paulo, na Escritório de Arte São Paulo

1992 – Rio de Janeiro RJ – 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial

1992 – São Paulo SP – Grupo Guanabara: 1950-1959, no Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

1992 – São Paulo SP – O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade

1993 – Santos SP – 4ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão

1993 – São Paulo SP – Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956-1967, no MAM/SP

1994 – São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

1996 – São Paulo SP – Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo do MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP

1996 – São Paulo SP – Figura e Paisagem na Coleção do MAM: homenagem a Volpi, no MAM/SP

1996 – São Paulo SP – Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP

1998 – Niterói RJ – Espelho da Bienal, no MAC/Niterói

1998 – São Paulo SP – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP

1999 – Rio de Janeiro RJ – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ

1999 – São Paulo SP – Década de 50 e Seus Envolvimentos, na Jo Slaviero Galeria de Arte

2002 – São Paulo SP – Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do MAC/Niterói, no Instituto Tomie Ohtake

2004 – São Paulo SP – Gesto e Expressão: o abstracionismo informal nas coleções JP Morgan Chase e MAM, no MAM/SP

2004 – São Paulo SP – Mulheres Pintoras, na Pinacoteca do Estado

2006 – São Paulo SP – Brasiliana Masp: moderna contemporânea, no Masp

 

Fonte: Itaú Cultural