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Tarsila do Amaral

OBRAS DA ARTISTA

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BIOGRAFIA

 

Trasila do AmaralTarsila do Amaral (Capivari SP 1886 – São Paulo  SP 1973)

Pintora e desenhista.

 

Estuda escultura com William Zadig (1884-1952) e com Mantovani, em 1916, na capital paulista. No ano seguinte tem aulas de pintura e desenho com Pedro Alexandrino (1856-1942), onde conhece Anita Malfatti (1889-1964). Ambas têm aulas com o pintor Georg Elpons (1865-1939). Em 1920 viaja para Paris e estuda na Académie Julian e com Émile Renard (1850-1930). Ao retornar ao Brasil forma em 1922, em São Paulo, o Grupo dos Cinco, com Anita Malfatti, Mário de Andrade (1893-1945), Menotti del Picchia (1892-1988) e Oswald de Andrade (1890-1954). Em 1923, novamente em Paris, freqüenta o ateliê de André Lhote (1885-1962), Albert Gleizes (1881-1953) e Fernand Léger (1881-1955). Entra em contato como o poeta Blaise Cendrars (1887-1961), que a apresenta a Constantin Brancusi (1876-1957), Vollard, Jean Cocteau (1889-1963), Erik Satie, entre outros. No ano seguinte, já no Brasil, com Oswald de Andrade, Olívia Guedes Penteado (1872-1934), Mário de Andrade e outros, acompanha o poeta Blaise Cendrars em viagem às cidades históricas de Minas Gerais. Realiza uma série de trabalhos baseados em esboços feitos durante a viagem. Nesse período, inicia a chamada fase pau-brasil, em que mergulha na temática nacional. Em 1925 ilustra o livro de poemas Pau-Brasil, de Oswald de Andrade, publicado em Paris. Em 1928, pinta Abaporu, tela que inspira o movimento antropofágico, desencadeado por Oswald de Andrade e Raul Bopp (1898-1984). Em 1933, após viagem à União Soviética, inicia uma fase voltada para temas sociais com as obras Operários e 2ª Classe. Em 1936 colabora como cronista de arte no Diário de São Paulo. A convite da Comissão do IV Centenário de São Paulo faz, em 1954, o painel Procissão do Santíssimo e, em 1956, entrega O Batizado de Macunaíma, sobre a obra de Mário de Andrade, para a Livraria Martins Editora. A retrospectiva Tarsila: 50 Anos de Pintura, organizada pela crítica de arte Aracy Amaral e apresentada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ) e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), em 1969, ajuda a consolidar a importância da artista.

COMENTÁRIO CRÍTICO

Nascida em Capivari, São Paulo, em 1886, a pintora e desenhista Tarsila do Amaral inicia-se nas artes em 1902, período em que freqüenta o colégio Sacré Couer de Barcelona. Na escola copia imagens religiosas. Em 1904, regressa ao Brasil. Pouco tempo depois se casa com André Teixeira Pinto, com quem tem sua única filha, Dulce. O casamento não dura muito. Contra a vontade da família, Tarsila se separa. Em 1913, muda-se para São Paulo. Aprende piano, copia pinturas e acompanha algumas discussões literárias, sem saber direito a que se dedicaria. O contato com as artes se estreita a partir de 1916, quando passa a trabalhar no ateliê do escultor William Zadig (1884-1952), com quem aprende a modelar. No mesmo ano, tem aulas com o escultor Mantovani. Seu aprendizado continua no curso de desenho com Pedro Alexandrino (1856-1942). Aí conhece Anita Malfatti (1889-1964), já modernista, abrigada na turma do professor acadêmico. Posteriormente ela e alguns colegas do curso de Pedro Alexandrino fazem aulas de pintura com Georg Elpons (1865-1939), que lhes apresenta técnicas diferentes das acadêmicas, como a aplicação de cores puras, diretamente do tubo.

Estimulada pelo maestro Souza Lima, parte para Paris em 1920. Quer entrar em contato com a produção européia e aperfeiçoar-se. Ingressa primeiro na Académie Julian, depois tem aulas com Emile Renard (1850-1930). Nesse período, trava contato com a arte moderna. Vê o que Anita Malfatti já lhe havia contado. Conhece trabalhos de Pablo Picasso (1881-1973), Maurice Denis (1870-1943) e a produção dos dadaístas e futuristas. O interesse coincide com o fortalecimento do modernismo em São Paulo. De longe, Tarsila recebe curiosa a notícia dos progressos do grupo, na correspondência com Anita. Em abril de 1922, dois meses depois da Semana de Arte Moderna, volta ao Brasil para “descobrir o modernismo”.1 Conhece Mário de Andrade (1893-1945), Oswald de Andrade (1890-1954) e Menotti del Picchia (1892-1988). Com eles e Anita, funda o Grupo dos Cinco. O aprendizado europeu será digerido aqui, no contato com o grupo. A artista pinta com cores mais ousadas e pinceladas mais marcadas. Faz retratos de Mário de Andrade e Oswald de Andrade com cores expressionistas e gestualidade marcada.

Em 1923 volta a Paris e passa a viver com Oswald de Andrade. Retoma as aulas, mas em outras bases: distância-se da educação convencional, acadêmica. Quer estudar as técnicas modernas. Nesse ano, se torna aluna de André Lhote (1885-1962). Com ele, suas formas se regularizam. Na mesma época, entra em contato com os grandes nomes do modernismo parisiense, como o poeta Blaise Cendrars (1887-1961), que a apresenta a Constantin Brancusi (1876-1957), Vollard, Jean Cocteau (1889-1963), Erik Satie e Fernand Léger (1881-1955). Chega a freqüentar o ateliê deste pintor cubista. Tem aulas também com Albert Gleizes (1881 – 1953). A convivência com os mestres vai influenciá-la profundamente. Nesse período faz uma pintura de inspiração cubista,2 no entanto, interessa-se, cada vez mais pela figuração tipicamente brasileira, de temas nacionais, como em A Negra (1923) e A Caipirinha (1923).

Retorna para o Brasil com interesse voltado para as coisas daqui. Viaja para conhecer o carnaval carioca e as cidades históricas de Minas Gerais. Tarsila utiliza as técnicas aprendidas no exterior para figurar coisas de sua terra. A abordagem geométrica da iconografia brasileira vai originar a pintura Pau-Brasil em 1924. Sérgio Milliet (1898-1966) descreve esses trabalhos como “a captação sintética de uma realidade brasileira sentimental e ingênua, de que haviam se envergonhado antes os artistas do nosso país”.3 Em sua primeira individual, em 1926, na Galerie Percier, em Paris, a artista mostra esses trabalhos.

Em 1928, ela presenteia Oswald de Andrade com o quadro Abaporu (1928) A pintura estimula o escritor a fundar o movimento antropofágico. Neste período, a geometria é abrandada. As formas crescem, tornam-se orgânicas e adquirem características fantásticas, oníricas. Telas como O Ovo [Urutu] (1928), O Sono (1928) e A Lua (1928), compostas de figuras selvagens e misteriosas, aproximam-na do surrealismo.

A partir da década de 1930, a vida de Tarsila modifica-se bastante. No primeiro ano da década separa-se de Oswald. Na mesma época, ocupa, por um curto período, a direção da Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp). Viaja para a União Soviética no ano seguinte e expõe em Moscou. A partir de 1933, seu trabalho ganha uma aparência mais realista. Influenciada pela mobilização socialista, pinta quadros como Operários (1933) e 2ª Classe (1933), preocupados com as mazelas sociais.

Em 1935, muda-se para o Rio de Janeiro. Sua vida é atribulada. A artista tem uma situação doméstica confusa, repleta de afazeres e afasta-se da pintura. Ocupa-se da disputa de posse de sua fazenda e trabalha muito como ilustradora e colunista na imprensa. A partir de 1936 colabora regularmente como cronista no Diário de São Paulo, função que ocupará até os anos de 1950. Nessa época, seus quadros ganham um modelado geométrico. As cores perdem a homogeneidade e tornam-se mais porosas e misturadas. Em 1938, recupera a propriedade, retorna à São Paulo e sua produção volta à regularidade. Reaproxima-se de questões que animaram o período heróico do modernismo brasileiro. A partir da segunda metade dos anos de 1940, as inquietações do período pau-brasil e da antropofagia são reformuladas, os temas rurais voltam de maneira simples. Em algumas telas, como Praia (1947) e Primavera (1946), as figuras agigantadas evocam o período antropofágico, mas agora aparecem sob forma mais tradicional, com passagens tonais de cor e modelado mais clássico.

Em 1950, é feita a primeira retrospectiva de seu trabalho, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). A exposição dá mais prestígio à artista, nela as pinturas da fase “neo pau-brasil” são mostradas pela primeira vez. O retorno a temas nacionais anima Tarsila a pintar dois murais de forte sentido patriótico. Em 1954, termina Procissão do Santíssimo , encomendado para as comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo. Dois anos depois, entrega O Batizado de Macunaíma, para a Editora Martins. Em 1969, a crítica de arte Aracy Amaral organiza duas importantes retrospectivas do trabalho de Tarsila. Uma no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP) e outra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). As mostras consolidam sua importância para a arte brasileira. Tarsila falece em São Paulo em 1973.

 Notas

1 AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edusp: Editora 34, 2003. p.70.

2 Em 1924, ao retornar ao Brasil, Tarsila responde afirmativamente à pergunta: “A Senhora é cubista? “. Cf. AMARAL, Aracy. op. cit. p. 141.

3 MILLIET, Sérgio. Uma exposição retrospectiva. In: AMARAL, Aracy. op. cit. p. 454- 457.

 

PRINCIPAIS OBRAS DE TARSILA

Pátio com Coração de Jesus (Ilha de Wright) – 1921
A Espanhola (Paquita) – 1922
Chapéu Azul – 1922
Margaridas de Mário de Andrade – 1922
Árvore – 1922
O Passaporte (Portrait de femme) – 1922
Retrato de Oswald de Andrade – 1922
Retrato de Mário de Andrade – 1922
Estudo (Nu) – 1923
Manteau Rouge – 1923
Rio de Janeiro – 1923
A Negra – 1923
Caipirinha – 1923
Estudo (La Tasse) – 1923
Figura em Azul (Fundo com laranjas) – 1923
Natureza-morta com relógios – 1923
O Modelo – 1923
Pont Neuf – 1923
Rio de Janeiro – 1923
Retrato azul (Sérgio Milliet) – 1923
Retrato de Oswald de Andrade – 1923
Autorretrato – 1924
São Paulo (Gazo) – 1924
A Cuca – 1924
São Paulo – 1924
São Paulo (Gazo) – 1924
A Feira I – 1924
Morro da Favela – 1924
Carnaval em Madureira – 1924
Anjos – 1924
EFCB (Estrada de Ferro Central do Brasil) – 1924
O Pescador – 1925
A Família – 1925
Vendedor de Frutas – 1925
Paisagem com Touro I – 1925
A Gare – 1925
O Mamoeiro – 1925
A Feira II – 1925
Lagoa Santa – 1925
Palmeiras – 1925
Romance – 1925
Sagrado Coração de Jesus I – 1926
Religião Brasileira I – 1927
Manacá – 1927
Pastoral – 1927
A Boneca – 1928
O Sono – 1928
O Lago – 1928
Calmaria I – 1928
Distância – 1928
O Sapo – 1928
O Touro – 1928
O Ovo (Urutu) – 1928
A Lua – 1928
Abaporu – 1928
Cartão Postal – 1928
Antropofagia – 1929
Calmaria II – 1929
Cidade (A Rua) – 1929
Floresta – 1929
Sol Poente – 1929
Idílio – 1929
Distância – 1929
Retrato do Padre Bento – 1931
Operários – 1933
Segunda Classe – 1933
Crianças (Orfanato) – 1935/1949
Costureiras – 1936/1950
Altar (Reza) – 1939
O Casamento – 1940
Procissão – 1941
Terra – 1943
Primavera – 1946
Estratosfera – 1947
Praia – 1947
Fazenda – 1950
Porto I – 1953
Procissão(Painel) – 1954
Batizado de Macunaíma – 1956
A Metrópole – 1958
Passagem de nível III – 1965
Porto II – 1966
Religião Brasileira IV – 1970

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1926 – Paris (França) – Individual, na Galerie Percier
1928 – Paris (França) – Individual, na Galerie Percier
1929 – Rio de Janeiro RJ – Primeira individual no Brasil, no Palace Hotel
1931 – Moscou (Rússia) – Individual, no Museu de Arte Moderna Ocidental
1933 – Rio de Janeiro RJ – Tarsila do Amaral: retrospectiva, no Palace Hotel
1936 – São Paulo SP – Individual, no Palácio das Arcadas
1950 – São Paulo SP – Tarsila 1918-1950, no MAM/SP
1961 – São Paulo SP – Individual, na Casa do Artista Plástico
1967 – São Paulo SP – Individual, na Tema Galeria de Arte
1969 – Rio de Janeiro RJ – Tarsila: 50 anos de pintura, no MAM/RJ
1969 – São Paulo SP – Tarsila: 50 anos de pintura, no MAC/USP
1970 – Belo Horizonte MG – Tarsila do Amaral, no MAP

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1922 – Paris (França) – Salon Officiel des Artistes Français
1922 – São Paulo SP – 1ª Exposição Geral de Belas Artes, no Palácio das Indústrias
1923 – Paris (França) – Exposição de Artistas Brasileiros, na Maison de l’Amérique Latine
1926 – Paris (França) – Salon des Indépendants
1928 – Paris (França) – Salon des Indépendants
1929 – Paris (França) – Salon des Surindépendants
1930 – Nova York (Estados Unidos) – The First Representative Collection of Paintings by Brazilian Artists no Internacional Art Center, no Nicholas Roerich Museum
1930 – Recife PE – Exposition de l’École de Paris
1930 – Rio de Janeiro RJ – Exposition de l’École de Paris
1930 – São Paulo SP – Exposição de uma Casa Modernista
1930 – São Paulo SP – Exposition de l’École de Paris
1931 – Paris (França) – Salon des Surindépendants
1931 – Rio de Janeiro RJ – Salão Revolucionário, na Enba
1931 – Rio de Janeiro RJ – Exposição na Primeira Casa Modernista do Rio de Janeiro, na Rua Toneleros
1933 – São Paulo SP – 1ª Exposição de Arte Moderna da SPAM, no Palacete Campinas
1934 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1937 – São Paulo SP – 1º Salão de Maio, no Esplanada Hotel
1938 – São Paulo SP – 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel
1939 – Nova York (Estados Unidos) – Exposição Latino-Americana de Artes Plásticas, no Riverside Museum
1939 – São Paulo SP – 3º Salão de Maio, na Galeria Itá
1941 – São Paulo SP – 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca
1944 – Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
1944 – Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
1944 – Norwich (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich CastleMuseum
1944 – Rio de Janeiro RJ – Pintores Norte-Americanos e Brasileiros
1944 – São Paulo SP – Exposição de Pintura Moderna Brasileiro-Norte-Americana, na Galeria Prestes Maia
1945 – Baht (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery
1945 – Bristol (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
1945 – Buenos Aires (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, no Salones Nacionales de Exposición
1945 – Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery of Scotland
1945 – Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 – La Plata (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, no Museo Provincial de Bellas Artes
1945 – Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
1945 – Montevidéu (Uruguai) – 20 Artistas Brasileños, na Comisión Municipal de Cultura
1945 – Santiago (Chile) – 20 Artistas Brasileños, no Salones Nacionales de Exposición, na Universidad de Santiago
1946 – Santiago (Chile) – Exposición de Pintura Contemporánea Brasileña, na Universidad de Chile
1946 – Valparaíso (Chile) – Exposición de Pintura Contemporánea Brasileña, na Universidad de Chile
1947 – São Paulo SP – Galeria Domus: mostra inaugural
1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon – prêmio aquisição e 2º prêmio nacional de pintura
1952 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 – Santiago (Chile) – Exposición de Pintura, Dibujos y Grabados Contemporáneos del Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo de la Universidad de Chile
1952 – São Paulo SP – Exposição Comemorativa da Semana de Arte Moderna de 1922, no MAM/SP
1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 – São Paulo SP – Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
1955 – Pittsburg (Estados Unidos) – The 1955 Pittsburgh International Exhibition of Contemporary Painting, no Departament of Fine Arts, Carnegie Institute
1956 – São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP
1957 – Buenos Aires (Argentina) – Arte Moderno en Brasil, no Museo Nacional de Bellas Artes
1957 – Lima (Peru) – Arte Moderno en Brasil, no Museo de Arte de Lima
1957 – Rosário (Argentina) – Arte Moderno en Brasil, no Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino
1957 – Santiago (Chile) – Arte Moderno en Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo
1959 – Rio de Janeiro RJ – 30 Anos de Arte Brasileira, na Enba
1960 – São Paulo SP – Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP
1962 – São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963 – Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 – São Paulo SP – 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – sala especial
1964 – Rio de Janeiro RJ – O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana
1964 – Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza
1966 – Austin (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, na The University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery
1966 – New Haven (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, na na The Yale University Art Gallery
1966 – New Orleans (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no Isaac Delgado Museum of Art
1966 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retratos, na Galeria Ibeu Copacabana
1966 – San Diego (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no La Jolla Museum of Art
1966 – San Francisco (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no San Francisco art Museum
1966 – São Paulo SP – Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP
1966 – Belo Horizonte MG – Exposição Circulante de Obras do Acervo do MAC/USP, no Museu de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte
1966 – Curitiba PR – Exposição Circulante de Obras do Acervo do MAC/USP
1966 – Porto Alegre RS – Exposição Circulante de Obras do Acervo do MAC/USP, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1967 – Nova York (Estados Unidos) – Precursors of Modernism in Latin America, no Inter American Art Center
1968 – São Paulo SP – Coleção Tamagni, no MAM/SP
1970 – Rio de Janeiro RJ – 8º Resumo de Arte JB
1970 – São Paulo SP – Mostra inaugural, na Galeria Astréia
1972 – São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 – São Paulo SP – A Semana de 22: antecedentes e conseqüências, no Masp
1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria Collectio.

Fonte: Itaú Cultural

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