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Samson Flexor

OBRAS DO ARTISTA

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BIOGRAFIA

 

Samson FlexorSamson Flexor (Soroca, Bessarábia, Rússia 1907 – São Paulo SP 1971)

Pintor, desenhista, muralista e professor.

 

Viaja para a Bélgica em 1922, onde estuda química e cursa pintura na Académie Royale des Beaux-Arts [Academia Real de Belas Artes]. Muda-se para Paris em 1924 e faz o curso livre da Ecole Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes], orientado por Lucien Simon (1861-1945). Paralelamente, cursa história da arte na Sorbonne. Em 1926, freqüenta as academias La Grande Chaumière e Ranson, onde recebe aulas de Roger Bissière (1886-1964). No ano seguinte, realiza a primeira exposição individual, na Galeria Campagne Première, em Paris. Em 1929, participa da fundação do Salon des Surindépendants, atuando como diretor até 1938. Quando se converte ao catolicismo em 1933, passa a executar pinturas murais de cunho religioso. Membro da Resistência Francesa, durante a II Guerra Mundial (1939-1945), é forçado a fugir de Paris. Nesse período, suas pinturas tornam-se sombrias e inicia estudos expressionista e cubistas sobre a Paixão de Cristo. Em 1946, realiza viagem ao Brasil e expõe na Galeria Prestes Maia, em São Paulo, e em 1948, fixa-se na cidade. Motivado pelo crítico Léon Dégand (1907-1958), então diretor do Museu de Arte Moderna (MAM/SP), aproxima-se do abstracionismo geométrico e cria, em 1951, o Atelier-Abstração, tendo como alunos Jacques Douches (1921), Norberto Nicola (1930-2007), Leopoldo Raimo (1912), Alberto Teixeira (1925) e Wega Nery (1912-2007), entre outros. Em meados da década de 1960 aproxima-se da abstração lírica e da figuração.

COMENTÁRIO CRÍTICO

Ao fixar-se no Brasil, em 1948, Flexor já é um artista maduro e de rica experiência artística. Sua formação inclui a passagem de dois anos pela Académie Royale des Beaux-Arts em Bruxelas (1922-1924), estudos na Ecole Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e no curso de história da arte na Sorbonne, ambas em Paris (a partir de 1924). Com uma produção próxima à Escola de Paris, o artista conquista reconhecimento da crítica em sua primeira exposição individual (1927). Em 1929 participa da criação do Salon des Surindépendants, do qual é diretor até 1938. Faz parte da resistência à ocupação nazista e é obrigado a deixar a capital francesa em 1940. Passa por enormes dificuldades durante a guerra, voltando a Paris somente em 1945. Os problemas do pós-guerra, aliados ao sucesso da viagem a São Paulo acompanhando uma exposição do Grupo dos Pintores Independentes e sua mostra individual na Galeria Prestes Maia (1946), fazem com que decida imigrar com a família para o Brasil, em 1948.

Considerado um dos introdutores do abstracionismo no Brasil, Flexor é um artista de produção variada e independente. Da figuração cubista à abstração geométrica, e desta à abstração lírica, volta no final da vida a uma espécie de figuração orgânica e antropomórfica, sem deixar de lado a pintura de temática religiosa e os retratos. É preciso notar que da mesma forma que exerce papel importante na aceitação das correntes abstratas pelos brasileiros, o contato com o ambiente do país do fim dos anos 1940 é fundamental para o desenvolvimento pleno de tendências abstratas esboçadas em sua pintura desde o fim da II Guerra Mundial (1939-1945). Encontra um meio artístico no qual fervilha a querela entre os partidários da abstração e os defensores da pintura figurativa de cunho nacionalista. Participa da histórica exposição inaugural do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), Do Figurativismo ao Abstracionismo, em 1949, a convite do crítico belga e diretor do recém-fundado museu Leon Dégand (1907-1958) e é incentivado por ele a aventurar-se pelos caminhos da abstração geométrica pura.

Por sua vez, o sentimento de crise do humanismo típico do período do pós-guerra (Flexor declara em 1948: “As guerras obrigam o homem a descobrir de novo o universo que julgava conhecer”), em conjunto com a experiência contagiante do surto desenvolvimentista pelo qual passa São Paulo na época, onde, como declara o artista a Sérgio Milliet (1898-1966), “tudo tende para o futuro e clama seu desprezo pelo passado colonial”, são elementos decisivos para os futuros caminhos tomados por Flexor no Brasil.

Dessa forma, sua pintura semi-abstrata de origem neocubista do fim dos anos 1940, na qual, como observou Mário Pedrosa (1900-1981), “a sobreposição de planos ainda tem função figurativa” – observam-se, por exemplo, Xícaras (1945), Violão (1948) e Cristo na Cruz (1949) -, transforma-se pouco a pouco em composições geométricas puramente abstratas em que os planos se tornam autônomos, integrando-se por “partido ortogônico ou diagonal”. As telas abstratas de Flexor buscam um dinamismo pela combinação de planos e linhas verticais, diagonais e horizontais e de pontos rítmicos pela colocação de tonalidades quentes ao lado de tons rebaixados, na intenção de atingir uma harmonia dentro da assimetria. Esta abstração, mais musical do que matemática, é construída mediante o estudo e aplicação de métodos renascentistas de proporção e harmonia, como observa Alice Brill (1920). Esses estudos rigorosos serão ensinados por Flexor a partir de 1951 no Atelier-Abstração (primeira fase 1951-1959), do qual participam Alberto Teixeira (1925), Emílio Mallet, Izar do Amaral Berlinck, Jacques Douchez (1921), Leyla Perrone, Leopoldo Raimo (1912), Renée Malleville e Wega Nery (1912).

No final dos anos 1950, uma série de fatores, entre eles a viagem para os Estados Unidos (1957) e o fechamento  do Atelier, influi para a mudança de Flexor em direção a uma abstração lírica de formas orgânicas. “Ao mesmo tempo em que mergulha em uma busca interior, Flexor pesquisa a matéria, o ritmo das formas e da luz”, como assinala Denise Mattar. Em 1967 o artista surpreende ao realizar grandes pinturas “figurativo-abstratas” para a 9ª Bienal Internacional de São Paulo intituladas Bípedes. Sobre a convivência da abstração e figuração na obra de Flexor, Tadeu Chiarelli mostra que mesmo em algumas obras ditas “abstratas puras” há a presença de esquemas ilusionistas num inquestionável compromisso com a pintura tradicional. Nesse sentido, sua obra apresenta-se como “objeto privilegiado de estudo sobre os aspectos problemáticos envolvidos na absorção das poéticas não-figurativas no campo da arte brasileira”.

Nota

1 Em 1812, com a assinatura do Tratado de Paz entre os impérios Russo e Turco, a parte oriental da Moldávia, situada entre os rios Prut e Nistru, chamada Bessarábia, e onde se localiza a cidade de Soroca, é anexada ao Império Russo, tornando-se uma província da Rússia até 1918. Nesse ano, os bessárabes decidem se unir à Romênia. Esta união dura até 1940, ano em que o país é anexado pela União Soviética, como consequência do Pacto Ribbentrop-Molotov, de 1939. A Moldávia funciona como uma entidade territorial dentro da ex-União Soviética até 1991, quando declara sua independência.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1927 – Paris (França) – Primeira individual, na Galerie Campagne Première
1928 – Paris (França) – Individual, na Galerie Jeune Peinture
1929 – Bruxelas (Bélgica) – Individual, na Galerie Le Cadre
1929 – Paris (França) – Individual, na Galerie Jeune Peinture
1930 – Paris (França) – Individual, na Galeria George Dupuis
1933 – Paris (França) – Individual, na Galerie Jeune Peinture
1935 – Paris (França) – Individual, na Galerie A. Barreiro
1937 – Paris (França) – Individual, na Galeria La Fenêtre Ouverte
1939 – Paris (França) – Individual, na Galerie Carmine
1946 – Paris (França) – Individual, na Galerie Carmine
1946 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Prestes Maia – Salão Almeida Júnior
1948 – Paris (França) – Flexor: peintures et dessins, na Galerie Roux-Hentschel
1948 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus
1950 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus
1950 – São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1952 – Salvador BA – Individual, na Galeria Oxumaré
1952 – São Paulo SP – Individual, na Livraria Francesa – Sociedade Inter-Franco-Brasil
1952 – São Paulo SP – Um Vitral de Flexor, no MAM/SP
1953 – Santos SP – Individual, na Associação Franco-Brasileira
1954 – São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1955 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
1956 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montmartre-Jorge
1957 – Nova York (Estados Unidos) – Individual, na Roland de Aenlle Gallery
1958 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte das Folhas
1960 – Belo Horizonte MG – Individual, no MAP
1960 – São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís
1961 – Campinas SP – Individual, na Galeria Aremar
1961 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
1961 – São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1961 – São Paulo SP – Individual, na Casa do Artista Plástico
1961 – São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1962 – Montevidéu (Uruguai) – Individual, no Ministério de Instrucción Publica y Prevision Social
1962 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia
1963 – Düsseldorf (Alemanha) – Individual, na Galeria Gunar
1963 – Kassel (Alemanha) – Individual, na Kasseler Kunstverein
1963 – Lisboa (Portugal) – Individual, na Embaixada do Brasil
1963 – Paris (França) – Samson Flexor: peinture et aquarelles récentes, na Galerie George Bongers
1963 – Stuttgart (Alemanha) – Individual, na Galerie Hans Maercklin
1964 – Lisboa (Portugal) – Individual, na Câmara do Comércio do Brasil em Portugal
1964 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1964 – São Paulo SP – Obras Recentes de Flexor, na Galeria São Luís
1965 – Genebra (Suíça) – Individual, no Museu Rath
1966 – Santos SP – Individual, no Clube de Arte
1966 – São Paulo SP – Individual, na Chelsea Art Gallery
1966 – São Paulo SP – Individual, na Galeria 4 Planetas
1967 – São Paulo SP – Flexor 1947-1967, no Banco de Minas Gerais
1968 – Rio de Janeiro RJ – Flexor: 30 anos de pintura, no MAM/RJ
1969 – São Paulo SP – Individual, na Documenta Galeria de Arte
1970 – Campinas SP – Individual, na Galeria Girassol
1970 – São Paulo SP – Individual, na Chelsea Art Gallery

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1927 – Paris (França) – 20º Salão de Outono, no Grand Palais
1929 – Paris (França) – 40º Salon des Indépendants, na Société des Artistes Indépendants
1929 – Paris (França) – Salão de Outono, no Grand Palais
1929 – Paris (França) – Salon des Tuilleries
1930 – Paris (França) – Exposição, no Les Surindépendants
1930 – Paris (França) – Salão de Outono, no Grand Palais
1932 – Paris (França) – Salon des Échanges
1933 – Bruxelas (Bélgica) – Dispensaire des Artistes
1934 – Paris (França) – Salon des Échanges, no Parc des Exposition, Porte de Versailles
1935 – Nevers (França) – Exposição, na Galerie d’Art Jack
1935 – Paris (França) – Salon des Échanges, no Parc des Expositions, Porte de Versailles
1936 – Paris (França) – Salon des Tuilleries
1937 – Paris (França) – Prêmio Paul Guillaume, na Galeria Berheim Jeune
1937 – Paris (França) – Exposição Universal de Paris, no Pavillon d’Art Français
1937 – Paris (França) – Salon des Échanges, no Parc des Expositions, Porte de Versailles
1938 – Nevers (França) – 26ª Exposition du Groupe d’Emulation Artistique du Nivernais
1938 – Paris (França) – 8ª Salon des Échanges, no Parc des Exposition, Porte de Versailles
1938 – Paris (França) – Exposição, na Maison de La Culture
1938 – Paris (França) – Salon des Tuilleries
1939 – Paris (França) – Prêmio Paul Guillaume, na Galeria Berheim Jeune
1940 – Normandia (França) – Salon des Artistes Bas-Normands
1946 – Paris (França) – Artistes de la Résistence, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris
1949 – São Paulo SP – 13º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos
1949 – São Paulo SP – Do Figurativismo ao Abstracionismo, no MAM/SP
1950 – São Paulo SP – Composição sobre os Temas da Paixão, no MAM/SP
1951 – Salvador BA – 3º Salão Baiano de Artes Plásticas
1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1951 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1951 – São Paulo SP – Exposição, na Livraria Francesa
1952 – Havana (Cuba) – 2ª Bienal Hispano Americana
1952 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1952 – Santiago (Chile) – Exposição Francesa, na Universidad de Santiago do Chile
1953 – Caracas (Venezuela) – Salão Pan-americano
1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1953 – São Paulo SP – Atelier Abstração, no IAB/SP
1954 – São Paulo SP – Atelier Abstração, no MAM/SP
1954 – Veneza (Itália) – 27ª Bienal de Veneza
1955 – Montevidéu (Uruguai) – Exposição de Arte Brasileira
1955 – Paris (França) – Mostra de Arte Brasileira, na Maison de L’Amerique Latine
1955 – São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1955 – São Paulo SP – Atelier Abstração, no Instituto Mackenzie
1956 – São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP
1956 – São Paulo SP – Atelier Abstração, no MAM/SP
1957 – Buenos Aires (Argentina) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Moderno
1957 – Lima (Peru) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte
1957 – Paris (França) – 50 Ans de Peinture Abstraite, na Galerie Creuze
1957 – Rosário (Argentina) – Arte Moderna no Brasil, no Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino
1957 – Santiago (Chile) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo
1957 – São Paulo SP – 12 Artistas de São Paulo, na Galeria de Arte das Folhas
1957 – São Paulo SP – 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1958 – Nova York (Estados Unidos) – Atelier Abstração of São Paulo, na Roland de Aenlle Gallery
1959 – Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 – Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, na Kunsthaus
1959 – Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Concórdia SC – Salão de Belas Artes do Clube Concórdia
1960 – Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Kassel (Alemanha) – Arte Brasileira da Atualidade
1960 – Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – São Paulo SP – Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas
1960 – Teresópolis RJ – Exposição de Arte Contemporânea, na Prefeitura Municipal de Teresópolis
1960 – Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 – Rio de Janeiro RJ – 10º Salão Nacional de Arte Moderna
1961 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, no MAM/RJ
1961 – São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de ouro
1961 – São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 – Curitiba PR – Salão do Paraná, na Biblioteca Pública do Paraná
1962 – Kassel (Alemanha) – Brasilianische Kunstler der Gegenwart, na Kasseler Kunstverein
1962 – São Paulo SP – 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1962 – São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963 – Berlim (Alemanha) – Sudamerikanische Malerei der Gegenwart, na Akademie der Kunste
1963 – Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1964 – Paris (França) – Salon Comparaisons, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris
1965 – Osaka e Sakata (Japão) – Coletiva, na Galeria Nunu e no Honma Art Museum
1966 – Osaka (Japão) – International Society of Plastic and Audiovisual Arts
1966 – Paris (França) – Artistes Brésiliens de Paris, na Galeria Debret
1966 – São Paulo SP – Coletiva, no MAC/USP
1966 – São Paulo SP – Manchas, na Galeria 4 Planetas
1966 – São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap
1967 – Montevidéu (Uruguai) – Exposição de Arte Brasileira
1967 – São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968 – Rijeka (Iugoslávia, atual Croácia) – Exposition Internationale des Dessins Originaux, no Museum of Modern and Contemporary Art
1968 – São Paulo SP – 17º Salão Paulista de Arte Moderna
1969 – Rio de Janeiro RJ – 7º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1969 – São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1969 – São Paulo SP – Os 5 Grandes, no Banco Nacional, organizado pela Chelsea Art Gallery
1970 – Montevidéu (Uruguai) – 1ª Bienal do Uruguai – grande prêmio pan-americano de pintura
1970 – Sakata (Japão) – International Society of Plastic and Audiovisual Arts
1970 – São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 – São Paulo SP – Coletiva, na Galeria Azulão
1971 – São Paulo SP – 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1971 – São Paulo SP – Obras de Artistas Brasileiros Doadas ao Museu de Arte Contemporânea de Skopje, no Paço das Artes

Fonte: Itaú Cultural