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Orlando Teruz

OBRAS DO ARTISTA

 

Orlando Teruz 8177

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Orlando TeruzOrlando Teruz (Rio de Janeiro RJ 1902 – idem 1984)

Pintor e professor.

 

Frequentou a Escola Nacional de Belas Artes entre 1920 e 1923, sendo aluno de Rodolfo Chambelland e Batista da Costa, tendo, no ano seguinte, sua primeira participação na Exposição Geral de Belas Artes do Rio de Janeiro Fundador, com Lúcio Costa e Portinari, do Salão Nacional de Arte Moderna. A respeito de seu papel histórico dentro da arte brasileira contemporânea, escreveu Roberto Pontual: “Pertencente à mesma geração dos artistas e escritores que detonaram e trataram de disseminar o modernismo brasileiro nos momentos de maior racionalidade, ao longo da década de 1920.

No entanto, preferiu desde logo seguir caminho isolado de grupos. Num percurso de trabalho hoje superior a 50 anos, manteve como característica básica de sua obra a transição sobre o fundamento tradicional e as novas tendências emergentes com a abertura do ciclo modernista. Neste sentido, e na disposição arraigadamente figurativa, o paralelo que de imediato se pode com ele estabelecer está emPortinari, já que também se preocupou, antes de mais nada, em sedimentar a sua formação dentro da disciplina de resíduos ainda neoclássicos na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio. Deriva talvez daí o respeito à tradição que jamais deixou de permear a pintura de Orlando Teruz, mesmo quando através dela fica demonstrada a tentativa de absorção de alguns rumos mais típicos do desenvolvimento da arte do século XX. Não que se trate de artista deliberadamente desinteressado da modernidade; pelo contrário, não só foi um dos que lutaram, junto a Portinari e Lúcio Costa, pela criação da Divisão Moderna no acadêmico Salão Nacional de Belas Artes, como se sentiu desde cedo atraído pela constante temática que tanto marcou os anseios da semente modernista: um cotidiano de brasilidade, nas cenas e figuras reconhecíveis à primeira vista como nossas.

Já no início da década de 1930, dentro desta constante, ele se voltava para a pintura de uma série de favelas cariocas, mesclando preocupação típica da época com conflitos sociais e certo lirismo de visão introspectiva, nostalgia da infância. Mas o que de fato define a personalidade e obra de Orlando Teruz é estarem ambas situadas a nível intermediário entre o antigo e o novo, a norma e a ruptura, segundo um encaminhamento percorrido pouco a pouco, contidamente, sem maiores contradições ou inquietudes. Ao deseja trazer para a sua pintura, por exemplo, atmosferas expressionistas ou surrealistas de acordo com a formação clássica que lhe serve de base, submetendo-as ao apaziguamento de temas corriqueiros, seus temas de todos os instantes, tratados sempre em tons atenuados, sombrios, de reduzido contraste: crianças em brinquedo humilde, jogos de bola, paisagens de morro e casario popular, indícios de pobreza, cavalos entre o real e o onírico, circos anunciando festa, gente quase diluída no ar e no movimento envolvente das coisas”. Em 1934, recebe Prêmio de Viagem ao Exterior, que usufruí apenas em 1939, quando viaja para França, Holanda e Itália, mas é obrigado a interrompê-la devido à deflagração da Segunda Guerra Mundial, 1939-1945.

Em 1937 Teruz participou das duas primeiras bienais de São Paulo e de várias mostras internacionais. Sua pintura, tematicamente, oscila entre o depoimento de circunstâncias populares e um clima fantástico expresso sobretudo pelo uso da cor e suas luminescências. Brigas de galo, ciranda, frevo, cavalos empinados, figuras nas quais se intui a influência remota do cubismo, o mesmo que determinou a deformação da figura em Portinari e Di Cavalcanti, surgem com freqüência na vasta produção teruziana. Trabalha com Lucio Costa e Candido Portinari pela implementação da divisão moderna no Salão Nacional de Belas Artes, que passa a vigorar em 1940. No ano de 1944, integra a Exposição de Pinturas Modernas Brasileiras, realizada na Burlington House, sede da Royal Academy of Art de Londres.

Participa em 1951 e 1953 da 1ª e 2ª Bienais Internacionais de São Paulo. Trabalha como professor de pintura no Instituto de Belas Artes da Guanabara em meados de 1950. Seus trabalhos são expostos em diversas mostras individuais, tanto no Brasil quanto exterior, durante os anos 1960, passando também a interar importantes coleções de todo mundo, como as do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – Masp, do Museu Nacional de Belas Artes – MNBA e do Museu Hermitage, de São Petesburgo, Rússia. Na década de 1970, inicia com a família a formação de seu museu particular no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Na cidade em que nasceu, Rio de Janeiro, Teruz veio a falecer no dia 17 de agosto de 1984.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1965 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no MNBA
1965 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Atrium
1966 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Oca
1967 – Paris (França) – Individual, na Galeria Debret
1971 – Recife PE – Individual, na Ranulpho Galeria de Arte

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1921 – Rio de Janeiro RJ – 28ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1923 – Rio de Janeiro RJ – 30ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1924 – Rio de Janeiro RJ – 31ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes – menção honrosa
1925 – Rio de Janeiro RJ – 32ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes – medalha de bronze
1926 – Rio de Janeiro RJ – 33ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes – medalha de prata
1927 – Rio de Janeiro RJ – 34ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1928 – Rio de Janeiro RJ – 35ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1929 – Rio de Janeiro RJ – 36ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1930 – Rio de Janeiro RJ – 37ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1931 – Rio de Janeiro RJ – Salão Revolucionário, Escola Nacional de Belas Artes
1933 – Rio de Janeiro RJ – 39ª Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes
1933 – São Paulo SP – 2ª Exposição de Arte Moderna da SPAM, Palacete Campinas
1934 – Rio de Janeiro RJ – 40º Salão Nacional de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes – prêmio de viagem ao exterior
1935 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Arte Social, Clube de Cultura Moderna
1938 – São Paulo SP – 2º Salão de Maio, Esplanada Hotel de São Paulo
1941 – Rio de Janeiro RJ – 47º Salão Nacional de Belas Artes, Museu Nacional de Belas Artes – prêmio de viagem ao país
1944 – Londres (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, Royal Academy of Arts
1944 – Rio de Janeiro RJ – 50º Salão Nacional de Belas Artes, Museu Nacional de Belas Artes
1945 – Buenos Aires (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, Salas Nacionales de Exposición
1945 – La Plata (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, Museo Provincial de Bellas Artes
1945 – Montevidéu (Uruguai) – 20 Artistas Brasileños, Comisión Municipal de Cultura
1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 – Goiânia GO – Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1958 – Rio de Janeiro RJ – Salão de Arte A Mãe e a Criança
1958 – Vaticano – Mostra Internacional de Arte Sacra
1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, Galeria da Collectio
1975 – São Paulo SP – SPAM e CAM, Museu Lasar Segall
1978 – Rio de Janeiro RJ – 2ª Brasil Arte Turismo, no Hotel Copacabana Palace
1980 – Buenos Aires (Argentina) – Ochenta Años de Arte Brasileño, Banco Itaú
1982 – Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira
1982 – Lisboa (Portugal) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 – Londres (Reino Unido) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, Barbican Art Gallery
1982 – Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira
1982 – São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no Museu de Arte Brasileira
1983 – Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
1983 – Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, MACC
1983 – Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, Museu de Arte Contemporânea
1983 – Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira
1983 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna
1983 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retratos Brasileiros, Galeria de Arte Banerj
1983 – Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, Prefeitura Municipal de Santo André
1984 – Fortaleza CE – 7° Salão Nacional de Artes Plásticas

Fonte: Itaú Cultural