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Mario Gruber

OBRAS DO ARTISTA

 

Mario Gruber 10948

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Mario Gruber2Mario Gruber (1927 – 2011)

Pintor, gravador, escultor e muralista brasileiro.

 

Mario Gruber nasceu em Santos em 1927 e começou a pintar em 1943, como autodidata, apresentando uma produção ligada ao expressionismo. Tornou-se profissional aos 20 anos de idade, quando participou da Exposição Grupo dos 19 e o júri, formado por Lasar Segall, Anita Malfatti e Di Cavalcanti, conferiu-lhe o primeiro prêmio em pintura.

Em 1949, recebe uma bolsa do governo francês, e viaja para Paris, onde se dedica ao estudo de pintura e gravura em metal. Retorna ao Brasil em 1951, quando funda, em Santos, o Clube de Gravura, mais tarde Clube de Arte, marcando o início de sua participação na vida artística e cultural brasileira. Em 1953, convocado por Gabriela Mistral, Diego Rivera e Pablo Neruda, participa como delegado no I Congresso Continental de Cultura, no Chile.

A partir dessa data os prêmios e as exposições nacionais e internacionais se acumulam e sua obra motiva a realização de dois curta-metragens, um deles exibido no Festival de Cinema de Veneza, em 1967, direção de Rubens Biáfora, ganhador do Prêmio Governador do Estado; o segundo – “A Arte Fantástica de Mario Gruber”, dirigido por Nelson Pereira dos Santos -, 1982.
Gruber tem telas em vários museus brasileiros e internacionais, como o Wisconsin State Museum College Union, USA; Museu Poushkin, Moscou, URSS; Museu de Arte Contemporânea, São Paulo, SP; Museu de Arte Brasileira, São Paulo, SP; Museu de Bahia, Salvador, BA e outros.

Em sua obra gráfica dessa época, aproxima-se do realismo social praticado por outros artistas ligados aos clubes de gravura. A cidade, suas ruas e casas são temas para sua produção gráfica.

Mario Gruber realiza também pinturas de caráter figurativo, partindo de imagens cotidianas, como a vida nas metrópoles, para envolvê-las em jogos de imaginação. O artista cria personagens fantásticos.

A partir da década de 1970, passa a empregar recursos do processo fotográfico, como a ampliação, para criar novos tipos de imagens. Pesquisa também as linguagens da televisão e do cinema. Mantém um constante diálogo com a tradição da história da arte, como na exposição de 1985, na qual recria telas do pintor italiano Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571-1610) e do francês Georges de La Tour (1593-1652), realizando ampliações a partir dos quadros desses artistas e apreendendo a dramaticidade e a dinâmica da luz presentes em suas obras.

A luminosidade apurada, a gama cromática muito controlada e a pincelada livre estão presentes em quadros posteriores, como Balão Verde e Preto (1996). Criando personagens que são freqüentemente mascarados, magos, anjos e robôs, Mario Gruber produz obras que causam estranheza e relacionam-se a uma temática ligada ao realismo fantástico.

Sua participação em obras de arquitetura, a convite de seus autores, vem de longa data. Além de colabora com Oscar Niemeyer, para o arquiteto Vilanova Artigas, por exemplo, fez os painéis da “Casa dos Triângulos” na Galeria Califórnia. Marcou também sua posição de vanguarda no realismo fantástico brasileiro ao criar os grandes painéis do Aeroporto internacional de Cumbica e da Estação Sé do Metrô de São Paulo.