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Gilvan Samico

OBRAS DO ARTISTA

 

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BIOGRAFIA

 

Gilvan SamicoGilvan Samico (Recife PE 1928 – idem 2013)

Pintor, gravador, desenhista e professor.

 

Em 1952, Gilvan Samico funda, juntamente com outros artistas, o Ateliê Coletivo da Sociedade de Arte Moderna do Recife – SAMR, idealizado por Abelardo da Hora (1924). Estuda xilogravura com Lívio Abramo (1903 – 1992), em 1957, na Escola de Artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP. No ano seguinte, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde cursa gravura com Oswaldo Goeldi (1895 – 1961) na Escola Nacional de Belas Artes – Enba. Possuidor de grande domínio técnico, dedica-se à realização de texturas elaboradas com ritmos lineares em seus trabalhos. Em 1965, fixa residência em Olinda. Leciona xilogravura na Universidade Federal da Paraíba – UFPA. Em 1968, com o prêmio viagem ao exterior obtido no 17º Salão Nacional de Arte Moderna, permanece por dois anos na Europa. Em 1971, é convidado por Ariano Suassuna a integrar o Movimento Armorial, voltado à cultura popular nordestina e à literatura de cordel. Sua produção é marcada pela recuperação do romanceiro popular nordestino, por meio da literatura de cordel e pela utilização criativa da xilogravura. Suas gravuras são povoadas por personagens bíblicos e outros, provenientes de lendas e narrativas locais, assim como por animais fantásticos e míticos. Com a apresentação de uma nova temática, introduz uma simplificação formal em seus trabalhos, reduzindo o uso da cor e das texturas.

COMENTÁRIO CRÍTICO

Gilvan Samico inicia-se em pintura como autodidata. Em 1948, integra a Sociedade de Arte Moderna do Recife – SAMR, criada por Abelardo da Hora (1924), que tem importante papel na renovação da arte pernambucana. O objetivo dessa associação é criar no Recife um amplo movimento cultural que envolvesse áreas como artes plásticas, teatro e música, incentivando pesquisas sobre a cultura popular e suas manifestações. Em 1952, Samico é um dos fundadores do Ateliê Coletivo da SAMR, centro de estudos de desenho e gravura, voltado para uma arte de caráter social.

Vem para São Paulo em 1957, onde tem aulas com Lívio Abramo (1903 – 1992) na Escola de Artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP. Da convivência com Abramo Samico guarda a preocupação em explorar as possibilidades formais da madeira e o interesse pelas texturas muito elaboradas. O artista passa a criar ritmos lineares, que se harmonizam perfeitamente na estrutura geral de suas obras.

Viaja no ano seguinte ao Rio de Janeiro, onde freqüenta o curso livre de gravura de Oswaldo Goeldi (1895 – 1961), na Escola Nacional de Belas Artes – Enba. O contato com o gravador é percebido no emprego de atmosferas noturnas em seus trabalhos, utilizando número reduzido de traços, e no uso muito preciso da cor.

Sua obra é marcada definitivamente pela descoberta do romanceiro popular, através da literatura de cordel e pela criativa utilização da xilogravura. O espaço de suas gravuras é então povoado por personagens bíblicos e outros, provenientes de lendas e narrativas populares, e também por muitos animais e seres fantásticos: leões, serpentes, dragões.

Paralelamente à inovação temática, Samico passa a utilizar o branco com muita força expressiva. A profundidade é pouco evocada em suas obras, que enfatizam a bidimensionalidade, sendo as figuras representadas como signos, o que ocorre, por exemplo, em O Boi Feiticeiro e o Cavalo Misterioso, 1963. A xilogravura Suzana no Banho, 1966 apresenta características formais que se tornam constantes na obra de Samico: além das tramas gráficas diferenciadas, que conferem ritmo à composição, emprega a simetria e a compartimentação geométrica do espaço.

Nas décadas de 1980 e 1990, Gilvan Samico dedica-se mais longamente à realização de cada gravura, chegando a produzir uma matriz por ano. Exercita com a goiva toda uma variedade de cortes, até encontrar a textura ideal para cada assunto tratado. Nos trabalhos recentes simplifica a estrutura e a própria trama linear, acrescentando motivos originários da arquitetura: arcos, rosáceas e molduras. A obra A Espada e o Dragão, 2000, por exemplo, apresenta uma técnica apurada e um uso muito criterioso da cor.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1960 – Recife PE – Individual, na Galeria Lemac
1964 – Recife PE – Individual, na Galeria Prefeitura
1965 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie
1966 – João Pessoa PB – Individual, na Universidade Federal da Paraíba – UFPB
1966 – Recife PE – Individual, na Galeria do Teatro Popular do Nordeste
1970 – Madri (Espanha) – Individual, na Galeria de Arte da Casa do Brasil
1985 – Cidade do México (México) – Individual, no Museo Nacional de las Culturas Populares
1989 – Porto Alegre RS – Individual, na Bolsa de Arte de Porto Alegre
1994 – Porto (Portugal) – Cumplicidades, na Cooperativa Árvore
1995 – São Paulo SP – Individual, no Escritório de Arte Sylvio Nery da Fonseca
1996 – Olinda PE – Gilvan Samico: gravuras e pinturas, na Galeria Sobrado
1997 – Rio de Janeiro RJ – Gilvan Samico: 40 anos de gravura, no CCBB
1998 – Recife PE – Gilvan Samico: 40 anos de gravura, no MAMAM
1999 – Belo Horizonte MG – Gilvan Samico: 40 anos de gravura, no Museu de Arte da Pampulha
2003 – Rio de Janeiro RJ – O Outro lado do Rio, no Paço Imperial
2004 – São Paulo SP – Samico: do desenho à gravura, na Pinacoteca do Estado

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1954 – Goiânia GO – Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1955 – Recife PE – 14º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco
1956 – Recife PE – 15º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco
1957 – Recife PE – 16º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco – 1º prêmio de gravura
1958 – Recife PE – 17º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco – 1º prêmio de gravura
1958 – Rio de Janeiro RJ – 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1958 – Rio de Janeiro RJ – Salão da Estrada
1958 – Rio de Janeiro RJ – Salão de Arte a Mãe e a Criança
1959 – Recife PE – 18º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco
1959 – Recife PE – 1ª Panorâmica das Artes Plásticas em Pernambuco, no Cabanga Iate Clube
1959 – Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1960 – Recife PE – 19º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco – 1º prêmio de gravura
1960 – Recife PE – 19º Salão Anual de Pintura, no Museu do Estado de Pernambuco
1960 – Recife PE – 1ª Exposição da Galeria de Arte do Recife, na Galeria de Arte do Recife
1960 – Rio de Janeiro RJ – 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ – prêmio aquisição
1961 – Paris (França) – 2ª Bienal de Jovens
1961 – Rio de Janeiro RJ – 10º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ – prêmio isenção de júri
1961 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Coletiva, no Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos
1961 – São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 – Madri (Espanha) – Arte de América y España
1962 – Barcelona (Espanha) – Arte de América y España
1962 – Paris (França) – Arte de América y España
1962 – Munique (Alemanha) – Arte de América y España
1962 – Bruxelas (Bélgica) – Arte de América y España
1962 – Amsterdã (Holanda) – Arte de América y España
1962 – Milão (Itália) – Arte de América y España
1962 – Berna (Suiça) – Arte de América y España
1962 – Minneapolis (Estados Unidos) – New Art of Brazil, no Walker Art Center
1962 – Recife PE – 2ª Panorâmica de Artes Plásticas de Pernambuco, no Clube Internacional de Recife
1962 – Rio de Janeiro RJ – 11º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ – prêmio viagem ao país
1962 – Veneza (Itália) – 31ª Bienal de Veneza – prêmio arte litúrgica
1963 – Paris (França) – 3ª Bienal de Jovens
1963 – Rio de Janeiro RJ – 12 º Salão Nacional de Belas Artes
1963 – Rio de Janeiro RJ – 12º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1963 – Salvador BA – Civilização do Nordeste, no Solar do Unhão
1963 – Santiago (Chile) – 1ª Bienal Americana de Gravura
1963 – São Paulo SP – 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1964 – Rio de Janeiro RJ – 13º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1964 – Santiago (Chile) – 1ª Bienal Americana de Grabado – Prêmio Maruja Buchard
1965 – Brasília DF – 2º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal
1965 – Rio de Janeiro RJ – 14º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1966 – Recife PE – O Cruzeiro, na Sucursal do Jornal O Cruzeiro
1966 – Recife PE – O Rosto e a Obra, na Galeria Casa Holanda
1966 – Ribeirão Preto SP – 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, na Escola de Artes Plásticas de Ribeirão Preto
1966 – São Paulo SP – 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no MAC/USP
1966 – Tóquio (Japão) – 5th International Biennial Exhibition of Prints
1966 – Trieste (Itália) – Bienal de Arte Litúrgica
1966 – Vancouver (Canadá) – Exposição Internacional de Gravuras
1967 – Santiago (Chile) – 3º Bienal Americana de Gravura, no Museo de Arte Contemporáneo
1967 – São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1967 – São Paulo SP – Oficina Pernambucana, no MAC/USP
1968 – Piracicaba SP – 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, na Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
1968 – Rio de Janeiro RJ – 17º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1968 – Salvador BA – 2ª Bienal Nacional de Artes Plásticas, no MAM/BA
1968 – Santiago (Chile) – 3ª Bienal Americana de Grabado
1968 – Rio de Janeiro RJ – 17º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ – prêmio viagem ao exterior
1970 – Olinda PE – 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no MAC/PE
1970 – Penápolis SP – 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1970 – Recife PE – Movimento Armorial, na Igreja de S. Pedro do Clérigos
1970 – San Juan (Porto Rico) – Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1970 – San Juan (Puerto Rico) – 1ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1971 – São Paulo SP – 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 – Florença (Itália) – 3ª Biennalle Internazionale della Gráfica d’Arte, no Palazzo Strozzi
1972 – Olinda PE – Mostra Coletiva, na Galeria Casa de Olinda
1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria Collectio
1973 – Olinda PE – 33 Gravadores Brasileiros, na Galeria Casa de Olinda
1973 – Recife PE – Exposição Franciscana, na Ranulpho Galeria de Arte
1974 – Recife PE – O Nordeste e Suas Raízes Culturais, na Reitoria da UFPE
1974 – Recife PE – O Nordeste e suas Raízes Culturais, na Universidade Federal de Pernambuco – UFPE
1977 – Recife PE – 9 Artistas Gravadores, na Abelardo Rodrigues Galeria de Artes
1977 – Rio de Janeiro RJ – 2ª Arte Agora: visão da terra, no MAM/RJ
1979 – Curitiba PR – 2ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade
1979 – Curitiba PR – 36º Salão Paranaense de Belas Artes, no Teatro Guaíra
1980 – Penápolis SP – 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis – artista convidado
1980 – São Paulo SP – 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP – Prêmio Museu de Arte Moderna
1981 – Belo Horizonte MG – Destaques Hilton de Gravura, no Palácio das Artes
1981 – Brasília DF – Destaques Hilton de Gravura, na ECT Galeria de Arte
1981 – Curitiba PR – Destaques Hilton de Gravura, na Casa da Gravura Solar do Barão
1981 – Florianópolis SC – Destaques Hilton de Gravura, no Museu de Arte de Santa Catarina
1981 – Porto Alegre RS – Destaques Hilton de Gravura, no Margs
1981 – Recife PE – Destaques Hilton de Gravura, no MAMAM
1981 – Rio de Janeiro RJ – Destaques Hilton de Gravura, no MAM/RJ
1981 – Salvador BA – Destaques Hilton de Gravura, no Teatro Castro Alves
1981 – São Paulo SP – Destaques Hilton de Gravura, no MAM/SP
1981 – São Paulo SP – Mostra Coletiva, na Galeria São Paulo
1982 – Curitiba PR – 5ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1982 – Penápolis SP – 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis – artista convidado
1983 – Montevidéu (Uruguai) – 1ª Bienal de Grabado Iberoamericano, no Museo de Arte Contemporânea
1983 – Olinda PE – 2ª Exposição da Coleção Abelardo Rodrigues de Artes Plásticas, no MAC/PE
1983 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas – sala especial, no MAM/RJ
1984 – Bonn (Alemanha) – Mostra Coletiva, no Centro de Ciências
1984 – Curitiba PR – 6ª A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Casa Romário Martins
1984 – Paris (França) – Dix Artistes de Recife, no Espace Latino-Américain
1984 – Ribeirão Preto SP – Gravadores Brasileiros Anos 50/60, na Galeria Campus
1984 – Rio de Janeiro RJ – A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1984 – São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 – Cidade do México (México) – Grabado, Cordel y Canción: el Nordeste del Brasil, no Museo Nacional de Culturas Populares
1985 – Recife PE – 38º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, no Museu do Estado de Pernambuco
1985 – Rio de Janeiro RJ – Pintura ao Ar Livre, no Centro Cultural Candido Mendes. Grande Galeria
1985 – São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea, no MAM/SP
1986 – Brasília DF – Pernambucanos em Brasília, na ECT Galeria de Arte
1986 – Fortaleza CE – Imagine: o planeta saúda o cometa, na Arte Galeria
1986 – Recife PE – A Cidade do Recife Hoje, na Galeria Futuro 25
1986 – Recife PE – Natureza da Pintura, no Centro Cultural Adalgisa Falcão
1987 – São Paulo SP – 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1987 – São Paulo SP – Arte sobre Papel, no MAM/SP
1988 – Recife PE – 3 Gerações na Arte Pernambucana, na Galeria Stúdio A
1988 – Recife PE – Gil Vicente, Gilvan Samico e José Barbosa, na Estudio A Galeria de Arte
1988 – São Paulo SP – 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan
1988 – São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc/Pompéia
1989 – Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg
1989 – Olinda PE – Viva Olinda Viva, no Atelier Coletivo
1989 – Recife PE – Natureza da Pintura, no Centro Cultural Adalgisa Falcão
1989 – Rio de Janeiro RJ – Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
1990 – Curitiba PR – 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 – Dronninglund (Dinamarca) – Mostra Coletiva, no Art Center
1990 – Olinda PE – Permanência da Pintura, no Atelier Coletivo
1990 – Veneza (Itália) – 44ª Bienal de Veneza
1991 – Estocolmo (Suécia) – Viva Brasil Viva, no Konstavdelningen och Liljevalchs Konsthall
1991 – Recife PE – Arte Sobre Papel III, na Galeria Gamela
1991 – Recife PE – Mestres e Contemporâneos, na Rodrigues Galeria de Arte
1991 – Recife PE – Mulheres, na Galeria Futuro 25
1991 – Recife PE – Pernambuco: estética de resistência, na Artespaço Galeria de Arte
1991 – São Paulo SP – A Mata, no MAC/USP
1991- São Paulo SP – Homem e Natureza, no MAC/USP
1992 – Curitiba PR – 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 – Rio de Janeiro RJ – Ateliê Coletivo, na Galeria do Centro Cultural Cândido Mendes
1992 – Rio de Janeiro RJ – Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1992 – São Paulo SP – Pernambuco: estética de resistência, na Galeria Montesanti Roesler
1993 – Hamburgo (Alemanha) – Atelier Coletivo, na Km Wolff
1993 – João Pessoa PB – Xilogravura: do cordel à galeria, na Fundação Espaço Cultural da Paraíba
1993 – Recife PE – Recife na Década de 30, na Rodrigues Galeria de Arte
1993 – Rio de Janeiro RJ – Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1994 – Porto (Portugal) – Recife-Raízes-Resultados, no Prédio da Alfândega
1994 – Recife PE – Recife Pintura e Poesia, na Rodrigues Galeria de Arte
1994 – São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 – São Paulo SP – Os Clubes de Gravura do Brasil, na Pinacoteca do Estado
1994 – São Paulo SP – Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1994 – São Paulo SP – Xilogravura: do cordel à galeria, na Companhia do Metropolitano de São Paulo
1997 – Barra Mansa RJ – Traços Contemporâneos: homenagem a gravura brasileira, no Centro Universitário de Barra Mansa
1997 – Goiânia GO – Brasilidade: coletânea de artistas brasileiros, na Galeria de Arte Marina Potrich
1997 – Irving (Estados Unidos) – Contemporary Brazilian Prints, na University of Dallas. Haggar Art Gallery
1997 – Odessa (Estados Unidos) – Contemporary Brazilian Prints, na Gallery at The University of Texas of the Permian Basin
1997 – Plano (Estados Unidos) – Contemporary Brazilian Prints, no Collin County Community College. Spring Creek Art Gallery
1997 – Wichita Falls (Estados Unidos) – Contemporary Brazilian Prints, na Midwestern State University Art Gallery
1998 – Abilene (Estados Unidos) – Contemporary Brazilian Prints, na Abilene Christian University Shore Art Gallery
1998 – Baton Rouge (Estados Unidos) – Contemporary Brazilian Prints, na Louisiana State University
1998 – Rio de Janeiro RJ – 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1998 – São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp
1998 – São Paulo SP – Os Colecionadores – Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1999 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura. Coleção Guita e José Mindlin, no Espaço Cultural dos Correios
1999 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 – São Paulo SP – A Ressacralização da Arte, no Sesc Pompéia
2000 – Curitiba PR – 12ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma. – Gilvan Samico: xilogravuras, no Museu Metropolitano de Arte
2000 – Recife PE – Ateliê Pernambuco: homenagem a Bajado e acervo do Mamam, no MAMAM
2000 – São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
2000 – São Paulo SP – Investigações.  A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2000 – São Paulo SP – Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado
2001 – Belém PA – 20º Salão Arte Pará, no Museu do Estado do Pará
2001 – Brasília DF – Coleções do Brasil, no CCBB
2001 – Brasília DF – Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 – Penápolis SP – Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 – Porto Alegre RS – Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs
2001 – Rio de Janeiro RJ – A Imagem do Som de Antônio Carlos Jobim, no Paço Imperial
2001 – Rio de Janeiro RJ – Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 – São Paulo SP – Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2002 – Rio de Janeiro RJ – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 – Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 – São Paulo SP – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 – São Paulo SP – Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte, no CCBB
2003 – Brasília DF – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 – Recife PE – Ver de Novo/Ver o Novo, no MAMAM
2003 – São Paulo SP – A Gravura Vai Bem, Obrigado: a gravura histórica e contemporânea brasileira, no Espaço Virgílio
2003 – São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 – São Paulo SP – Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake
2004 – Rio de Janeiro RJ – 90 Anos de Tomie Ohtake, no MNBA
2004 – Rio de Janeiro RJ – Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA

Fonte: Itaú Cultural