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Clóvis Graciano

OBRAS DO ARTISTA

 

Clovis Graciano_Lua Verde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Clovis GracianoClóvis Graciano (Araras SP 1907 – São Paulo SP 1988)

Pintor, desenhista, cenógrafo, figurinista, gravador e ilustrador.

 

Clóvis Graciano nasceu em 29 de janeiro de 1907 na cidade de Araras, no estado de São Paulo. Descendente de imigrantes italianos, logo aos 12 anos ficou órfão e sobreviveu  graças a sua humildade em desempenhar as mais diversas funções. Descobriu seu talento artístico desenhando desde jovem no grupo escolar.

Seu primeiro emprego como artista foi de pouco valor para o talento que o mesmo possuía. Em 1927 empregou-se na Estrada de Ferro Sorocabana, em Conchas, interior do estado de São Paulo, passando a pintar postes, tabuletas, letreiros e avisos para as estações ferroviárias.

Em 1934 transferiu-se para São Paulo, como fiscal do consumo, passando a partir daí a dividir seu tempo entre o emprego e a arte, com evidentes vantagens para a última, tanto que dez anos depois foi demitido por abandono de emprego.

Seu contato com as obras de Portinari aconteceu graças a um ex-colega de pensão que lhe enviou alguns trabalhos do mesmo no início de sua carreira. Graciano passou a freqüentar também o ateliê Waldemar Costa onde absorveu muitos ensinamentos

Do desenho, logo passa à aquarela, e daí ao óleo. Seguiu, como aluno livre, o curso de desenho da Escola Paulista de Belas Artes. Anos mais tarde, em 1937 ,Graciano tornou-se membro do Grupo Santa Helena. Era um grupo de pintores artesãos, que procuravam reformar a pintura acadêmica, e havia uma troca de conhecimentos entre todos eles: Volpi, Rebolo,Zanini, Bonadei, Pennacchi, Tomás Santa Rosa, dentre outros.

Realizou sua primeira exposição em 1937, no Pará, com outros integrantes do Grupo Santa Helena. Do Grupo, passara à Família Artística Paulista (da qual seria presidente em 1939) e ao Sindicato dos Artistas Plásticos, participando regularmente de suas exposições.

Fez amizade com Portinari e, ao final da década de 1940, foi estudar em Paris, onde aprendeu técnicas de produção de murais, inclusive com mosaicos. Ao retornar ao país, realizou diversos painéis: o mural Armistício de Iperoig, na FAAP (1962); o painel Operário, na Avenida Moreira Guimarães (1979), murais na Avenida Paulista e no edifício do Diário Popular, entre outros.

Em 1941 fez sua primeira exposição individual, no Centro Paranaense em São Paulo: desenhos a nanquim, guaches e monotipias, de vez que só em 1943 exporia suas primeiras pinturas a óleo. No ano seguinte participou de um concurso de desenho promovido pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, recebendo o primeiro prêmio.

A partir de 1940, expondo no Salão Nacional de Belas Artes (Divisão Moderna), recebe sucessivamente menção honrosa em pintura (1940), medalha de prata em desenho (1941), medalha de ouro em pintura (1941). Recebeu o prêmio de viagem ao estrangeiro no ano de 1944.

Em 1948, é sócio-fundador do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP. Viaja para a Europa em 1949, com o prêmio recebido no Salão Nacional de Belas Artes. Permanece dois anos em Paris, onde estuda pintura mural e gravura. A partir dos anos 1950, dedica-se principalmente à pintura mural. Faz ilustrações de obras literárias, como o livro Cancioneiro da Bahia, de Dorival Caymmi (1914), publicado pela editora Martins, em 1947, e o romance Terras do Sem Fim, de Jorge Amado (1912 – 2001), pela editora Record, em 1987.

Em 1971, exerceu a função de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo, e presidente da Comissão Estadual de Artes Plásticas e do Conselho Estadual de Cultura.

Além da pintura, Graciano dedicou-se a diversas atividades paralelas, lecionando cenografia na Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD), e ilustrando jornais, revistas e livros, principalmente nos anos 1980.

No decurso de toda a sua carreira, Graciano permaneceu fiel ao figurativismo, jamais tendo sequer de leve sentido a sedução pelo abstracionismo. Tratou constantemente de temas sociais, como o dos retirantes, além de temas de músicos e de dança.

Suas obras figuram em museus e coleções particulares do Brasil e do exterior.

Faleceu em São Paulo em 1988, com 81 anos.