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Clodomiro Amazonas

OBRAS DO ARTISTA

 

Clodomiro Amazonas 100003

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Clodomiro Amazonas

Clodomiro Amazonas Monteiro (Taubaté SP 1883 – São Paulo SP 1953)

Pintor e restaurador.

 

Inicia-se na pintura aos 16 anos, realizando restaurações em telas e afrescos do Convento Santa Clara, em Taubaté. Estuda com o pintor Augusto Luís de Freitas (1868 – 1962) no fim da década de 1890. Interessado em promover atividades culturais, funda na cidade, em 1905, a Associação Artística e Literária. Passa a viver em São Paulo em 1906, quando entra em contato com a obra de Baptista da Costa (1865 – 1926) e tem aulas com o pintor Carlo de Servi (1871 – 1947). Paralelamente às atividades artísticas, trabalha em repartições públicas e atua como ilustrador para publicações como a Revista da Semana. A partir de 1924 dedica-se exclusivamente à pintura. Mantém contato com intelectuais, escritores e artistas como Monteiro Lobato (1882 – 1948), Menotti del Picchia (1892 – 1988), Lucílio de Albuquerque (1877 – 1939) e Georgina de Albuquerque (1885 – 1962) e Pedro Alexandrino (1856 – 1942), entre outros. É um dos fundadores do Salão Paulista de Belas Artes, em 1934. Torna-se principalmente pintor de paisagens paulistanas, utilizando óleo, aquarela, carvão e pastel.

 

COMENTÁRIO CRÍTICO

No início de sua trajetória artística, Clodomiro Amazonas atua como restaurador e posteriormente dedica-se à ilustração de várias publicações, como A Revista da Semana. Torna-se um pintor essencialmente paisagista. Suas telas são conhecidas pelas vistas de matas fechadas, riachos e colinas com árvores coloridas do interior de São Paulo, como em Caminho com Jacarandá Paulista (1935). Mantém-se à parte das inovações do movimento modernista, permanecendo fiel a uma fatura mais tradicional. Sua produção permite a aproximação com a pintura de Baptista da Costa (1865 – 1926), pela maneira de representar a natureza e pela paleta harmoniosa.

As obras do início da carreira de Clodomiro Amazonas apresentam pinceladas lisas e composições mais detalhadas. Posteriormente realiza uma fatura com pinceladas mais amplas, utilizando também a espátula. Como nota a historiadora da arte Ruth Tarasantchi, o artista trabalha com croquis nos locais, passando-os depois para a tela, no ateliê; outras vezes, usa registros de fotografias, tiradas por ele mesmo, e cartões-postais, como em Trecho da Praia de Itapuca, em Niterói. Os mesmos procedimentos e temas são empregados por outros artistas, como Wasth Rodrigues (1891 – 1957) e Oscar Pereira da Silva (1867 – 1939).

Considerado pela crítica em sua época como o “verdadeiro pintor brasileiro”,1 Clodomiro Amazonas cria paisagens poéticas, em que se destacam exemplares da flora brasileira, como ipês, quaresmeiras e embaúbas, com perspectivas amplas e uma paleta de tons luminosos.

Notas
1 Citado em TARASANTCHI, Ruth Sprung. Pintores paisagistas: São Paulo 1890 a 1920. São Paulo: EDUSP; Imprensa Oficial do Estado, 2002, p. 254.

 

CRÍTICAS

“Essencialmente paisagista, C. Amazonas foi artista de méritos, cuja pintura, vazada num desenho de grande solidez e num colorido realista, não deixa de irradiar certa rústica poesia. A natureza, que retratou mais do que interpretou, foi seu ponto maior de referência, sua meta, mas também seu limite. Pode-se recriminar nesse artista, a falta de curiosidade e de ousadia, o apego a fórmulas e esquemas remontáveis a Batista da Costa e mesmo mais além, isso 30 anos depois da Semana de Arte Moderna de 1922; não se lhe pode, contudo, negar a sinceridade, nem deixar de reconhecer o alto nível de artesania e mesmo estético a que em alguns instantes de sua carreira sem dúvida ascendeu”.
José Roberto Teixeira Leite
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.

 

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1912 – São Paulo SP – Primeira Individual, no Salão do Edifício do Radium, na Rua São Bento
1918 – São Paulo SP – Individual, na Rua da Quitanda, 4
1921 – São Paulo SP – Individual, na Rua Líbero Badaró, 135
1922 – Rio de Janeiro RJ – Individual
1923 – São Paulo SP – Individual, na Rua Direita, 42a
1924 – São Paulo SP – Individual, no Palacete Palmares
1924 – São Paulo SP – Individual, na Rua 15 de Novembro, 39a
1926 – Rio de Janeiro RJ – Individual
1926 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Blanchon
1926 – São Paulo SP – Individual, na Rua Quitanda, 19b
1929 – São Paulo SP – Individual,na Rua 15 de Novembro, 40
1931 – São Paulo SP – Individual, na Casa Assunção
1933 – São Paulo SP – Individual, na Rua São Bento, 48
1934 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá
1944 – São Paulo SP – Individual, na Rua Barão de Itapetininga, 121
1946 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Benedetti
1948 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá
1949 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá
1951 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá
1953 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte Rio Branco

 

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1911 – São Paulo SP – Primeira Exposição Brasileira de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios
1934 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1937 – São Paulo SP – 5º Salão Paulista de Belas Artes – grande medalha de prata e 1º Prêmio Prefeitura de São Paulo
1939 – São Paulo SP – 6º Salão Paulista de Belas Artes – 2º Prêmio Prefeitura de São Paulo
1940 – São Paulo SP – 7º Salão Paulista de Belas Artes, no Salão de Arte Almeida Júnior da Prefeitura Municipal
1942 – Porto Alegre RS – Grande Exposição de Belas Artes, no Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul
1942 – São Paulo SP – 8º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia

 

Fonte: Itaú Cultural