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Antonio Marx

OBRAS DO ARTISTA

 

Antonio Marx 10458

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Antonio Marx (Rio de Janeiro RJ 1919)

Pintor e arquiteto.

 

Antonio Augusto Marx muda-se em 1928 para São Paulo, onde radica-se. Cursa arquitetura, na Universidade Presbiteriana Mackenzie entre 1944 e 1949. Autodidata em seus estudos de pintura, participa, em 1947, da exposição 19 Pintores, promovida pela UCBEU, onde são revelados artistas como Flavio-Shiró (1928), Aldemir Martins (1922), Luiz Sacilotto (1924-2003), entre outros. Entre 1948 e 1963, passa a dedicar-se exclusivamente à arquitetura, abrindo, em 1950, uma empresa de projetos arquitetônicos. Trabalha no departamento de urbanismo da Prefeitura Municipal de São Paulo entre 1950 e 1953. Quando volta a pintar, na metade da década de 60, cria obras com temática social, como operários trabalhando e paisagens em cores escuras. No final dos anos 60, passa a usar cores vibrantes, como azul, laranja e violeta em paisagens naturais. Logo depois, a natureza passa a dividir espaço com construções. Nos anos 90, passa a interessar-se por paisagens urbanas, pintando as cidades de Florianópolis, Rio de Janeiro, São Paulo, Verona (Itália), Barcelona (Espanha) e Roma (Itália). Há 3 livros sobre sua vida e obra escritos pelo crítico Enock Sacramento: A. Marx – O Pintor da Natureza, Verona – História e Paixão e Avenida Paulista. É considerado por muitos críticos um dos maiores paisagistas brasileiros.

CRÍTICAS

“Marx (…) é um dos que não se deixam influenciar diretamente pelos novos modelos de tendência internacionalizante da arte. Continua a criar figuras sofridas de operários, nas quais predominam os ocres. Com o passar do tempo, todavia, a paisagem vai se tornando o assunto principal de sua pintura. Na década de 50, ela ganha estrutura mais sólida e evolui para uma geometrização crescente nos anos 60, quando as construções passam a ocupar grandes áreas da tela, em detrimento dos elementos vegetais. Na década de 70, Marx percorre o caminho de retorno no sentido de privilegiar a vegetação, que recupera gradativamente espaços em seu trabalho. Ao longo deste período, sua cor evolui dos tons escuros das figuras humanas para as cores luminosas da paisagem. Com elas Marx passa a cantar, um canto allegro, vivace. Atualmente Antônio Marx realiza a síntese de experiência naturalística e produz uma pintura que, conservando a solidez estrutural que sempre a caracterizou, explode em cores de extraordinária beleza. Terra, vegetação, mar e céu se reúnem festivamente numa verdadeira sagração da natureza, da primavera, da vida”.
Enock Sacramento
LOUZADA, Júlio. Artes plásticas: seu mercado, seus leilões. São Paulo: J. Louzada, 1984-.

“A. Marx tem sido um impressionista que, ao invés de fazer com que as formas se desintegrem por efeito da luz, pinta-as com limites diluídos por misteriosa tensão interna à própria cor… De inspiração rural ou marítima, as cenas expostas guardam sempre o referencial humano: trata-se de paisagens suavemente domadas. Se não há a presença física do homem, há seus campos cultivados, suas estradinhas e casas. Curiosamente uma presença muito mais intensa do que nas cenas urbanas do mesmo artista, que ao retratar o ambiente criado pelo homem – no caso torres e edifícios – parece excluí-lo dele com facilidade”.
Eunice Gruman
GRUMAN, Eunice. Caminhos para o alto. In: Jornal do Comércio, Porto Alegre, 21 de mar. de 1990.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1945 – São Paulo SP – Primeira individual, na Galeria Itá
1964 – São Paulo SP – Individual, na Casa do Artista Plástico
1965 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Atrium
1965 – São Paulo SP – Individual, na Sala de Exposições KLM
1978 – São Paulo SP – Individual, na Grifo Galeria de Arte
1980 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1983 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1984 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1984 – São Paulo SP – Retrospectiva, no Masp
1986 – São Paulo SP – Individual, na Galeria André
1987 – Brasília DF – Individual, na Visual Galeria de Arte
1987 – São Paulo SP – Individual, na Choice Galeria de Arte
1988 – Curitiba PR – Individual, na Simões de Assis Galeria de Arte
1988 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1989 – São Paulo SP – Individual, na Caixa Econômica Federal
1990 – Porto Alegre RS – Individual, na Bublitz – Decaedro Galeria de Arte
1990 – São Paulo SP – Individual, no Espaço Cultural do Banco Central do Brasil
1990 – Florianópolis SC – Paisagem de Ilha de Santa Catarina, no Studio de Artes
1991 – São Paulo SP – Pinturas de Antonio Marx, no Morumbi Shopping
1992 – Brasília DF – Individual, na Embaixada da Turquia
1992 – São Paulo SP – La Natura e la Cittá, no Caribé Escritório de Arte
1993 – Brasília DF – Individual, na Galeria da Câmara dos Deputados
1993 – Foz do Iguaçú PR – Individual, na Itá Galeria de Arte
1993 – São Paulo SP – Individual, no Caribé Escritório de Arte
1995 – São Paulo SP – 50 Anos Depois, no Caribé Escritório de Arte

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1943 – São Paulo SP – 9º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1946 – Rio de Janeiro RJ – 52º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1946 – São Paulo SP – 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1947 – Jundiaí SP – Salão de Arte – prêmio aquisição
1947 – Santos SP – 1º Salão de Belas Artes – prêmio aquisição
1947 – São Paulo SP – 19 Pintores, na Galeria Prestes Maia
1964 – São Paulo SP – 13º Salão Paulista de Arte Moderna – menção honrosa
1965 – São Paulo SP – 14º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1966 – Brasília DF – 3º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal
1966 – São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap
1966 – São Paulo SP – 15º Salão Paulista de Arte Moderna
1968 – São Paulo SP – 19 Pintores, na Tema Galeria de Arte
1972 – São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp
1973 – São Paulo SP – Dez Pintores Fantásticos, na Galeria Internacional
1973 – São Paulo SP – Dez Pintores Fantásticos, na Galeria Sobrado
1976 – São Paulo SP – 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Paço das Artes
1976 – São Paulo SP – Coletiva, no MIS/SP
1977 – São Paulo SP – Os Grupos: a década de 40, no Museu Lasar Segall
1978 – Brasília DF – Coletiva, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1978 – Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1978 – São Paulo SP – 19 Pintores, no MAM/SP
1978 – Brasília DF – Coletiva, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1980 – Brasília DF – Coletiva, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1980 – São Paulo SP – Coletiva, na Galeria Academus
1981 – Brasília DF – Coletiva, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1981 – São Paulo SP – Coletiva, na Galeria Academus
1982 – Brasília DF – Coletiva, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1982 – Genebra (Suíça) – Coletiva, na Galérie du Perron
1982 – São Paulo SP – Coletiva, na Galeria Academus
1984 – Curitiba PR – Simões de Assis Galeria de Arte: mostra inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte
1984 – São Paulo SP – Coletiva, na Galeria André
1984 – São Paulo SP – Três Artistas, na Galeria André
1984 -São Paulo SP – Coletiva, na Tema Galeria de Arte – sala especial
1985 – Curitiba PR – Cor e Lirismo – A. Marx, Bracher e Fang, na Simões de Assis Galeria de Arte
1985 – Londrina PR – Três Pintores Figurativos – A. Marx, Carl Brusell e Satyro Marques, na Galeria Bahiarte
1986 – Brasília DF – Três Gerações da Pintura Brasileira, na Galeria Oscar Seraphico
1986 – Genebra (Suíça) – Coletiva, na Galerie Du Perron
1986 – São Paulo – Ontem, Hoje e Amanhã, na Tema Galeria de Arte
1987 – Brasília DF – Coletiva, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1987 – Curitiba PR – Pinturas Contemporâneas em Pequenos Formatos, na Simões de Assis Galeria de Arte
1987 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Inaugural, na Performance Galeria de Arte
1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1987 – São Paulo SP – 18 Contemporâneos, na Dan Galeria
1988 – Brasília DF – 7 Artistas Contemporâneos, na Galeria Oscar Seraphico
1989 – São Bernardo do Campo SP – Visões da Borda do Campo, na Marusan Galeria de Arte
1989 – São Paulo SP – Trinta e Três Maneiras de Ver o Mundo, na Ranulpho Galeria de Arte
1994 – Berlim (Alemanha) – Coletiva, na Galeria Painen
1995 – São Paulo SP – Coletiva, na Sociarte
1997 – São Paulo SP – Grupo dos 19, no Museu Banespa (Comemorativa do cinqüentenário da mostra realizada na Galeria Prestes Maia em 1947)
2002 – São Paulo SP – Paisagens do Imaginário, na Nova André Galeria
2003 – São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2004 – São Paulo SP – 450 X 45, na Nova André Galeria

Fonte: Itaú Cultural