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Alfredo Volpi

OBRAS DO ARTISTA

Alfredo Volpi 8272

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIOGRAFIA

 

Alfredo Volpi1Alfredo Volpi (Lucca Itália 1896 – São Paulo SP 1988)

Pintor

 

Muda-se com os pais para São Paulo em 1897 e, ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas, como Mário Zanini e Francisco Rebolo, entre outros. Em 1936, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra, em 1937, a Família Artística Paulista – FAP. Sua produção inicial é figurativa, destacando-se marinhas executadas em Itanhaém, São Paulo. No fim dos anos de 1930, mantém contato com o pintor Emídio de Souza. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu e encanta-se com a arte colonial, voltando-se para temas populares e religiosos. Realiza trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, na Galeria Itá, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini, quando impressiona-se com obras pré-renascentistas. Passa a executar, a partir da década de 1950, composições que gradativamente caminham para a abstração. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe, em 1953, o prêmio de Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo, dividido com Di Cavalcanti; em 1958, o Prêmio Guggenheim; em 1962 e 1966, o de melhor pintor brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro, entre outros.

COMENTÁRIO CRÍTICO

Alfredo Volpi, filho de imigrantes italianos, chega ao Brasil com pouco mais de um ano de idade e instala-se com a família no Cambuci, tradicional bairro de São Paulo. Ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás e trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, aos 16 anos, inicia a carreira como aprendiz de decorador de parede, pintando frisos, florões e painéis de residências. Na mesma época, começa a pintar sobre madeira e telas. Volpi frequenta mostras no centro antigo de São Paulo, entre elas a polêmica exposição de pintura moderna Anita Malfatti, de 1917, que se tornaria um marco do modernismo no Brasil. Sua primeira exposição coletiva ocorre no Palácio das Indústrias de São Paulo, em 1925. Privilegia no período retratos e paisagens. Possui grande sensibilidade para a luz e sutileza no uso das cores, por isso é comparado aos impressionistas. No entanto, algumas obras da década de 1920, como Paisagem com Carro de Boi, pertencente à Pinacoteca do Estado de São Paulo – Pesp, pela movimentação curva da estrada e a árvore retorcida, remetem a composições românticas, o que indica conhecimento da tradição e sua recusa à pintura de observação. Em 1926, assiste em São Paulo à conferência do teórico do futurismoitaliano Filippo Tommaso Marinetti (1876 – 1944).

Em meados dos anos 1930 se aproxima do Grupo Santa Helena. Formado por Francisco Rebolo, Mário Zanini, Fulvio Pennacchi e Bonadei, entre outros, é assim denominado pelo crítico Sérgio Milliet porque alugam salas para escritórios de pintura e decoração no edifício Santa Helena, na Praça da Sé. Volpi não chega a se instalar no local, mas participa de excursões para pintar os subúrbios e de sessões de desenho com modelo vivo junto ao grupo. Em 1936, toma parte na formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. Nesse ano, expõe com o Grupo Santa Helena. Em 1937, conhece o pintor Ernesto de Fiori, recém chegado da Itália, importante no desenvolvimento de sua pintura. Com De Fiori aprende que o assunto da pintura e suas possibilidades narrativas não são tão importantes quanto seus elementos plásticos e formais. Certas soluções, como o uso de cores vivas e foscas e um tratamento mais intenso da matéria pictórica, surgem de diálogos com o artista ítalo-alemão. A partir de 1937, participa dos Salões da Família Artística Paulista – FAP, organizado por Rossi Osir, pintor que reúne um grupo heterogêneo de artistas e intelectuais para conversar sobre arte. Sem abandonar o trabalho de decoração de paredes, em 1939 inicia a série de marinhas e paisagens urbanas realizadas em Itanhaém, litoral de São Paulo. Nessa época conhece o pintor naïf Emídio de Souza, de quem adquire algumas telas. No início da década de 1940, seu trabalho passa por uma rigorosa simplificação formal, mas a perspectiva sugerida no quadro não chega a representar a recusa da planaridade da tela.

Casa-se com Benedita da Conceição (Judith) em 1942. Em 1944, realiza a primeira exposição individual, na Galeria Itá, em São Paulo, e participa de coletiva organizada por Guignard, em Belo Horizonte, ocasião em que visita Ouro Preto. A têmpera, na passagem da década de 1940 para os anos 1950, confere à sua pintura uma textura rala, como em Casa na Praia (Itanhaém), pertencente ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP. Nesse período, o caráter construtivo de sua pintura se afirma entre os planos das fachadas, telhados e paisagem. Em 1950, viaja para a Europa com Zanini e Rossi Osir. Passa por Paris, se instala em Veneza e faz visitas a Pádua para ver o afresco de Giotto (ca.1266 – 1337) na capela dos Scrovegni. Seu interesse por pintores pré-renascentistas confirma algumas soluções pictóricas que havia alcançado em seu trabalho. Encontra na obra de Paolo Uccello (1397 – 1475) jogos de ilusão em que ora o fundo se opõe à figura e a projeta para a frente, ora ambos se entrelaçam na superfície da tela. Volpi constrói assim um espaço indeterminado que permite o surgimento de uma estrutura que se esvai, fluida, ressaltada pela têmpera, e uma forte vontade de ordenação.

Participa das três primeiras Bienais Internacionais de São Paulo e, em 1953, divide com Di Cavalcanti, o prêmio de Melhor Pintor Nacional. Da série das fachadas surgem as bandeirinhas de festa junina, que, mais que um motivo popular, se tornam elementos compositivos autônomos. Participa, em 1957, da 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, mas nunca se prende ao rigor formal do movimento. No Rio de Janeiro, realiza retrospectiva em que é aclamado por Mário Pedrosa como “o mestre brasileiro de sua época”, em 1958. No mesmo ano, pinta afrescos para a Capela da Nossa Senhora de Fátima, em Brasília, e telas com temas religiosos. Nos anos 1960 e 1970 suas composições de bandeirinhas são intercaladas por mastros com grande variação de cores e ritmo. A técnica da têmpera lhe permite renunciar à impessoalidade do uso de tintas industriais e do trabalho automatizado e mecânico, do qual os artistas concretistas se aproximam. A prática artesanal torna-se para Volpi, uma resistência à automatização e, simultaneamente, afirmação de seu lirismo ao invés de reiteração ingênua do gesto. A trajetória original e isolada de Volpi vai dos anos 1910 até meados dos anos 1980. Todas as suas transformações são gradativas e brotam de seu amadurecimento e diálogo com a pintura.

FORMAÇÃO

Autodidata. Volpi jamais admitiu a influência de pintores ou movimentos sobre sua arte, mas alguns críticos apontam referências do pintor italiano Ernesto de Fiori (1884 – 1945) em obras do fim da década de 1930 e início da década de 1940

CRONOLOGIA

s. d. – São Paulo SP – Trabalha como marceneiro-entalhador e encadernador
1897/1988 – São Paulo SP – Vem para o Brasil com seus pais, fixando-se em São Paulo
1912 – São Paulo SP – Começa a trabalhar como pintor decorador de residências
1918 – São Paulo SP – Realiza com Orlando Duílio Tarquínio Rossi (1894 – 1970) trabalho de decoração para o Hospital Militar, no bairro do Ipiranga. A pintura não foi preservada
1935 – São Paulo SP – Participa da formação do Grupo Santa Helena, ao lado de Francisco Rebolo (1902 – 1980), Bonadei (1906 – 1974), Clóvis Graciano (1907 – 1988), Mario Zanini (1907 – 1971) e Fulvio Pennacchi (1905 – 1992)
1936 – São Paulo SP – Participa da fundação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo
1937 – São Paulo SP – Recebe medalha de bronze do Museu Paulista de Belas Artes
1937/1938 – Piracicaba SP – Trabalha na decoração da capela da Usina de Açúcar de Monte Alegre, com a colaboração de Aldorigo Marchetti e Mario Zanini
1937/1938 – São Paulo SP – Integra a Família Artística Paulista – FAP
ca.1938 – Itanhaém SP – Vai, durante três anos, toda semana para Itanhaém. Produz numerosas marinhas e conhece o pintor Emídio de Souza (1868 – ca.1949)
1940/ca.1950 – São Paulo SP – Realiza trabalhos para a Osirarte, de Rossi Osir (1890 – 1959)
1941 – São Paulo SP – Recebe o prêmio de melhor trabalho para os monumentos de São Miguel e Embu
1945 – São Paulo SP – Executa, com Rossi Osir, Zanini, Rebolo e outros, a decoração de um baile carnavalesco, cuja renda é destinada à fundação do Clube dos Artistas e Amigos da Arte
1946 – São Paulo SP – Começa a pintar a série das “fachadas”
1949 – São Paulo SP – Executa duas pinturas murais no Hospital de São Luís Gonzaga
1950 – Europa – Realiza única viagem à Europa, acompanhado por Mario Zanini e Rossi Osir. Permanece quase seis meses na Itália
1951 – São Paulo SP – Realiza pinturas murais e prepara os desenhos dos vitrais da Igreja do Cristo Operário
1953 – Recebe o Prêmio de Aquisição da Unesco
1954 – Bahia – Viaja com Theon Spanudis (1915 – 1986)
1958 – Brasília DF – Realiza afrescos e desenha paramentos para a Capela de Nossa de Fátima dos Pioneiros Sociais
1958 – Estados Unidos – Recebe o Prêmio Guggenheim
1959 – São Paulo SP – Membro do júri de seleção da representação brasileira na 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 – Executa painéis para a Companhia de Navegação Costeira, com auxílio do pintor Décio Vieira (1922 – 1988)
1962 – Rio de Janeiro RJ – É escolhido pela crítica de arte, como o melhor pintor brasileiro
1966 – Brasília DF – Realiza o afresco Visão de Dom Bosco, no Palácio Itamaraty
1966 – Rio de Janeiro RJ – É escolhido pela crítica de arte, como o melhor pintor brasileiro
1971 – Rio de Janeiro RJ – Recebe o Golfinho de Ouro pela melhor exposição realizada em 1970, no MIS/RJ
1973 – Brasil – Recebe o título de Grão Mestre da Ordem do Rio Branco
1973 – Itália – Recebe o título de Comendador da Ordem do Mérito da República Italiana
1973 – São Paulo SP – Recebe da Câmara Municipal de São Paulo a Medalha Anchieta
1973 – São Paulo SP – Recebe o prêmio Personalidade Global do Governo do Estado
1973 – São Paulo SP – Recebe prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes – APCA
1975 – Olívio Tavares de Araújo realiza o documentário Alfredo Volpi
1975 – Recebe a medalha Pero Vaz de Caminha e a placa de prata Phillips do Brasil
1976 – São Paulo SP – Recebe a Ordem do Ipiranga e é homenageado na Câmara Municipal de São Paulo
1977 – Recebe o diploma Bandeirante do Brasil, conferido pelo Instituto Nacional de Expansão Cultural
1977 – Recebe o troféu Personalidade Global, outorgado pelo jornal O Globo e pela Rede Globo de Televisão
1977 – São Paulo SP – É homenageado com o Troféu Francisco Matarazzo Sobrinho, no Centro Cultural Francisco Matarazzo Sobrinho
1978 – Recebe medalha de prata de Legião de Honra Giuseppe Garibaldi
1983 – São Paulo SP – Recebe Medalha Paulista, em homenagem da Paulistur
1986 – Nova York (Estados Unidos) – Prêmio de Artes Plásticas Gabriela Mistral, da Organização dos Estados Americanos

ACERVOS

Acervo Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil – São Paulo SP
Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros – USP – IEB/USP – São Paulo SP
Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ – Rio de Janeiro RJ
Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP – São Paulo SP
Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP – São Paulo SP

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1944 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá
1945 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus
1946 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus
1955 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Tenreiro
1956 – São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1957 – Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: retrospectiva, no MAM/RJ
1960 – São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís
1962 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie
1965 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie
1969 – São Paulo SP – Vinte Anos da Pintura de Alfredo Volpi 1948/1968, Galeria Cosme Velho
1970 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie
1971 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Ralph Camargo
1972 – Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: alguns trabalhos selecionados 1925-1972, na Galeria Barcinsky
1972 – Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: pintura 1914-1972, no MAM/RJ
1975 – São Paulo SP – Alfredo Volpi: retrospectiva, no MAM/SP
1976 – Campinas SP – Volpi: a visão essencial, no MACC
1976 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho
1980 – Brasília DF – Individual, na Galeria Oswaldo Goeldi
1980 – Rio de Janeiro RJ – Têmperas de Alfredo Volpi, na Acervo Galeria de Arte
1980 – São Paulo SP – Volpi – As Pequenas Grandes Obras: três décadas de pintura, na A Ponte Galeria de Arte
1981 – São Paulo SP – A. Volpi: os primeiros anos e a década de 20, na Galeria Cosme Velho
1984 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1985 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1985 – São Paulo SP – Volpi 89 anos, na Dan Galeria
1986 – São Paulo SP – Alfredo Volpi: 90 anos. Um registro documental por Calixto, no MAC/USP
1986 – São Paulo SP – Volpi: 90 anos, no MAM/SP
1987 – Rio de Janeiro RJ – A. Volpi: obras de diferentes épocas, na Galeria Contorno

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1925 – São Paulo SP – 2ª Exposição Geral de Belas Artes, no Palácio das Indústrias
1928 – São Paulo SP – Salão de Belas Artes Muse Italiche, no Palácio das Indústrias – medalha de ouro
1933 – Rio de Janeiro RJ – 40ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba – medalha de bronze
1934 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1935 – São Paulo SP – 3º Salão Paulista de Belas Artes, medalha de bronze
1936 – São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Belas Artes
1936 – São Paulo SP – Exposição de Pequenos Quadros, no Palácio das Arcadas
1937 – São Paulo SP – 1º Salão da Família Artística Paulista, no Esplanada Hotel de São Paulo
1938 – São Paulo SP – 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel de São Paulo
1938 – São Paulo SP – 4º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos
1939 – São Paulo SP – 2º Salão da Família Artística Paulista, no Automóvel Clube
1939 – São Paulo SP – 3º Salão de Maio, na Galeria Itá
1939 – São Paulo SP – 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1940 – Porto Alegre RS – 2º Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul
1940 – Rio de Janeiro RJ – 46º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1940 – Rio de Janeiro RJ – 3º Salão da Família Artística Paulista, no Palace Hotel
1941 – Rio de Janeiro RJ – 47º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1941 – São Paulo SP – 1º Salão da Osirarte, na Rua Barão de Itapetininga, 124
1941 – São Paulo SP – 6º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1941 – São Paulo SP – 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca
1942 – Rio de Janeiro RJ – 48º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1942 – São Paulo SP – 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1943 – Rio de Janeiro RJ – 49º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1943 – Rio de Janeiro RJ – Exposição Anti-Eixo, no Museu Histórico e Diplomático – Palácio Itamaraty
1943 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Azulejos da Osirarte, no MNBA
1944 – Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
1944 – Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
1944 – Norwich (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum
1944 – São Paulo SP – 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 – São Paulo SP – Nelson Nóbrega, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Clóvis Graciano, Hilde Weber e Francisco Rebolo, na Galeria Jaraguá
1945 – Bath (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Victiry Art Gallery
1945 – Bristol (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
1945 – Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery
1945 – Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 – Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
1945 – São Paulo SP – Alfredo Volpi, Bonadei, Carlos Prado, Quirino da Silva, Francisco Rebolo, Mario Zanini e José Pancetti, na Galeria Benedetti
1945 – São Paulo SP – Anita Malfati, Virgínia Artigas, Clóvis Graciano, Mick Carnicelli, Oswald de Andrade Filho, José Pancetti, Carlos Prado, Francisco Rebolo, Quirino da Silva, Alfredo Volpi, Mario Zanini, na Galeria Itapetininga
1945 – São Paulo SP – Galeria Domus: mostra inaugural, na Galeria Domus
1946 – Buenos Aires (Argentina) – Osirarte, no Salón Peuser
1946 – São Paulo SP – 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia – Prêmio Mário de Andrade
1946 – São Paulo SP – Osirarte, na Galeria Benedetti
1947 – Mendoza (Argentina) – Osirarte, na Galeria Gimenez
1947 – São Paulo SP – 11º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticas, na Galeria Prestes Maia
1948 – Rio de Janeiro RJ – Pintores Paulistas, no Ministério da Educação e Cultura
1948 – São Paulo SP – 12º Salão dos Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Domus
1948 – São Paulo SP – Mario Zanini, Rebolo, Sérgio Milliet e Volpi, na Galeria Domus
1949 – Rio de Janeiro RJ – Exposição da Pintura Paulista
1949 – Salvador BA – 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia
1950 – São Paulo SP – Alfredo Volpi, Nelson Nóbrega, Zanini, Francisco Rebolo, na Galeria Domus
1950 – Veneza (Itália) – 25ª Bienal de Veneza
1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1951 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1952 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 – São Paulo SP – Volpi, Zanini, Rossi, no Centro Cultural Ítalo-Brasileiro
1952 – Veneza (Itália) – 26ª Bienal de Veneza – prêmio aquisição
1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados – prêmio de melhor pintor nacional, dividido com Di Cavalcanti
1953 – São Paulo SP – Congresso Extraordinário da Associação Internacional de Críticos de Arte, no Masp
1954 – Goiânia GO – Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1954 – Roma (Itália) – Exposição Brasileira, na Galleria Nazionale d’Arte Moderna
1954 – São Paulo SP – Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
1954 – Veneza (Itália) – 27ª Bienal de Veneza
1955 – São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1955 – São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – Prêmio Governador do Estado
1956 – São Paulo SP – 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP
1956 – São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP
1957 – Rio de Janeiro RJ – 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/RJ
1957 – São Paulo SP – 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 – Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 – Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus
1959 – Nova York (Estados Unidos) – Guggenheim International Award: 1958, no Solomon R. Guggenheim Museum
1959 – Rio de Janeiro RJ – 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma
1959 – Tóquio (Japão) – 5ª Bienal de Tóquio
1959 – Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – São Paulo SP – Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas
1960 – Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 – Rio de Janeiro RJ – 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1961 – São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 – São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963 – Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 – Rio de Janeiro RJ – A Paisagem como Tema, na Galeria Ibeu Copacabana
1963 – São Paulo SP – Galeria Novas Tendências: coletiva inaugural, na Associação de Artes Visuais Novas Tendências
1963 – Stuttgart (Alemanha) – Mostra, na Galeria do Studium Generale
1964 – Rio de Janeiro RJ – O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana
1964 – Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza
1966 – Rio de Janeiro RJ – O Artista e a Máquina, no MAM/RJ
1966 – Salvador BA – 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas – Hors Concours
1966 – São Paulo SP – Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP
1966 – São Paulo SP – O Artista e a Máquina, no Masp
1966 – São Paulo SP – O Grupo do Santa Helena, Hoje, na Galeria 4 Planetas
1966 – São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap
1967 – São Paulo SP – A Família Artística Paulista: trinta anos depois, no Auditório Itália
1970 – São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP – prêmio melhor pintor nacional
1971 – Rio de Janeiro RJ – 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1972 – São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 – São Paulo SP – A Semana de 22: antecendentes e conseqüências, no Masp
1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 – São Paulo SP – Grupo Santa Helena: desenhos, na Azulão Galeria
1972 – São Paulo SP – Temática Brasileira, no Paço das Artes
1973 – São Paulo SP – 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1973 – São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1973 – São Paulo SP – Oito Pintores do Grupo Santa Helena, na Uirapuru Galeria de Arte
1975 – Rio de Janeiro RJ – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Centro Lume
1975 – São Paulo SP – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
1975 – São Paulo SP – 40 Anos: Grupo Santa Helena, no MIS/SP
1975 – São Paulo SP – O Modernismo de 1917 a 1930, no Museu Lasar Segall
1976 – São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1976 – São Paulo SP – Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall
1977 – Rio de Janeiro RJ – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ
1977 – São Paulo SP – Grupo Seibi – Grupo do Santa Helena: década 35 a 45, no MAB/Faap
1977 – São Paulo SP – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado
1978 – Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1978 – Rio de Janeiro RJ – 3ª Arte Agora: América Latina, geometria sensível, no MAM/RJ
1978 – São Paulo SP – As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall
1978 – São Paulo SP – Construtivistas e Figurativos na Coleção Theon Spanudis, no Centro de Artes Porto Seguro
1979 – São Paulo SP – 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1979 – São Paulo SP – 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1979 – São Paulo SP – Coleção Theon Spanudis, no MAC/USP
1979 – São Paulo SP – Desenhos nos Anos 40: homenagem a Sérgio Milliet, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade
1979 – São Paulo SP – O Grupo Santa Helena, na Uirapuru Galeria de Arte
1979 – São Paulo SP – Quatro Coloristas, na Christina Faria de Paula Galeria de Arte
1980 – Buenos Aires (Argentina) – Ochenta Años de Arte Brasileño, no Banco Itaú
1980 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
1980 – Rio de Janeiro RJ – Milton Dacosta, Volpi, Bruno Giorgi, na Acervo Galeria de Arte
1980 – Santiago (Chile) – 20 Pintores Brasileños, na Academia Chilena de Bellas Artes
1981 – Atami (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 – Brasília DF – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 – Kioto (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 – Maceió AL – Artistas Brasileiros da Primeira Metade do Século XX, no Instituto Histórico e Geográfico
1981 – Nekai (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 – Rio de Janeiro RJ – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1981 – São Paulo SP – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 – São Paulo SP – Arte Transcendente, no MAM/SP
1981 – São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria de Arte São Paulo
1981 – São Paulo SP – Rebolo e os Pintores do Santa Helena, na Dan Galeria
1981 – Tóquio (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1982 – Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira
1982 – Lisboa (Portugal) – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 – Londres (Inglaterra) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
1982 – Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira
1982 – Rio de Janeiro RJ – Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj
1982 – Rio de Janeiro RJ – Que Casa é essa da Arte Brasileira
1982 – Salvador BA – A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto
1982 – São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap
1982 – São Paulo SP – Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP
1982 – São Paulo SP – Marinhas e Ribeirinhas, no Museu Lasar Segall
1983 – Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
1983 – Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC
1983 – Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR
1983 – Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira
1983 – Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André
1984 – Ourinhos SP – Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria
1984 – Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1984 – São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 – Curitiba PR – Quatro Mestres: quatro visões, na Simões de Assis Galeria de Arte
1985 – Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 – Rio de Janeiro RJ – Encontros, na Petite Galerie
1985 – Rio de Janeiro RJ – Obras Raras, na Galeria Ralph Camargo
1985 – São Paulo SP – 100 Obras Itaú, no Masp
1985 – São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP
1985 – São Paulo SP – Osirarte: pinturas sobre azulejo e Volpi, Zanini, Hilde Weber e Gerda Brantani, na Pinacoteca do Estado
1986 – Rio de Janeiro RJ – JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte
1986 – Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
1986 – São Paulo SP – Retrospectiva 90 Anos
1986 – São Paulo SP – Seis Tempos: 80 anos, na Pinacoteca do Estado
1987 – Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris
1987 – Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, na MAM/RJ
1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1987 – São Paulo SP – As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP
1987 – São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1988 – Rio de Janeiro RJ – 2ª Abstração Geométrica, na Funarte. Centro de Artes
1988 – São Paulo SP – Brasiliana: o homem e a terra, na Pinacoteca do Estado
1988 – São Paulo SP – MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP
1988 – São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

Fonte: Itaú Cultural

 

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